Que profunda verdade o seu post encerra! Está mesmo a pedi-las…sempre! O problema está em que isso é bichinho que a sabe toda…todinha! Manipulá-lo? Pois sim! Isso é predicado de sua lavra, que é assim a modos de como quem diz: olha-me para este ingénuo dono.
Ui, ui…que maquinações não passaram por esta minha cabecinha maldosa e conspurcada:-) Emtão a menina “manipula”, tipo experiência laboratorial?Com o cão e o gato? É, já agora, os resultados são prazenteiros?Hem!?? Vá, conte lá (aqui) aos seus leitores….:-))
Quando adoptei o primeiro, o veterinário avisou-me logo: “Ele jamais reconhecerá a sua autoridade. Num gato ninguém manda”. Fiquei perplexa a olhar para o bichano, uma bola de pelo com um palmo de comprimento e olhos ainda de cor indefinida.
Pois, estas tinham duas semanas quando vieram cá para casa e devem ter sido rainhas numa outra vida. Eu cá submeto-me às exigências de comida e tal, um canto com sol e almofada e não digo nada, nem mesmo sobre os pêlos que, pacientemente, tiro com rolos de fita adesiva. O cão, enfim, é um cão: atira-se a nós sempre que nos vê e quer é mimo. É um belo cão, parece um tapete. Foi abandonado à nascença por ter uma hérnia. Era uma bola de pêlo. É, afinal, um cão de uma raça muito digna, um lhasa apso, imagine-se. Tibetano, portanto. Ninguém diria. Ele quer mesmo é biscoitos e festas. Um beijo e bom domingo
Gosto muito desta tua guerra das rosas com o teu gato, Teresa. Nunca tive um gato, mas acho-os admiráveis por isso mesmo: não se submetem nem cedem a chantagens afectivas, como os cães. E eu gosto muito de cães, note-se.
É uma aprendizagem muito divertida, que estou a viver ainda com o entusiasmo dos iniciados. Sou novata nisto. Tive o meu primeiro bicho há cinco anos. Em criança nunca tive nenhum que fosse meu.
Os gatos são como as pessoas, Teresa, cada um à sua maneira, mas manipulação é unívoca e raramente de nós para eles, portanto… Olha o que me tem vindo visitar: http://o-meu-pai-e-eu.blogspot.com/2012/03/lotacao-esgotada.html Para minha grande felicidade descobri que tem dono. Nem sabes o alívio.
sempre…
Que profunda verdade o seu post encerra!
Está mesmo a pedi-las…sempre!
O problema está em que isso é bichinho que a sabe toda…todinha!
Manipulá-lo? Pois sim! Isso é predicado de sua lavra, que é assim a modos de como quem diz: olha-me para este ingénuo dono.
Eheh…
Pensa ele, na sua arroganciazinha felpuda, mas eu conheço-lhe os pontos fracos 😉
Ui, ui…que maquinações não passaram por esta minha cabecinha maldosa e conspurcada:-)
Emtão a menina “manipula”, tipo experiência laboratorial?Com o cão e o gato?
É, já agora, os resultados são prazenteiros?Hem!??
Vá, conte lá (aqui) aos seus leitores….:-))
Imaginaçãozinha delirante a sua…
Tu lá sabes, confio no teu juízo. Tens experiência e sensibilidade suficientes 😉
Posso lá deixar-me vencer por um peluche! Era o que faltava.
afinal, “curiosity killed the cat”.
mas é preciso ter muita atenção, porque:
“I had been told that the training procedure with cats was difficult. It’s not. Mine had me trained in two days”. ~Bill Dana
Eheheheh! Estou a adorar esta sua recolha temática.
As nossas duas gatas – a Maia e a Mia – não nos ligam pevide. Há quatro anos. Não se educa uma gata, ou duas neste caso. Já o cão é outra conversa:)
Quando adoptei o primeiro, o veterinário avisou-me logo: “Ele jamais reconhecerá a sua autoridade. Num gato ninguém manda”. Fiquei perplexa a olhar para o bichano, uma bola de pelo com um palmo de comprimento e olhos ainda de cor indefinida.
Pois, estas tinham duas semanas quando vieram cá para casa e devem ter sido rainhas numa outra vida. Eu cá submeto-me às exigências de comida e tal, um canto com sol e almofada e não digo nada, nem mesmo sobre os pêlos que, pacientemente, tiro com rolos de fita adesiva. O cão, enfim, é um cão: atira-se a nós sempre que nos vê e quer é mimo. É um belo cão, parece um tapete. Foi abandonado à nascença por ter uma hérnia. Era uma bola de pêlo. É, afinal, um cão de uma raça muito digna, um lhasa apso, imagine-se. Tibetano, portanto. Ninguém diria. Ele quer mesmo é biscoitos e festas. Um beijo e bom domingo
Resto de bom domingo, Patrícia.
🙂 bom domingo Teresa
Gosto muito desta tua guerra das rosas com o teu gato, Teresa. Nunca tive um gato, mas acho-os admiráveis por isso mesmo: não se submetem nem cedem a chantagens afectivas, como os cães. E eu gosto muito de cães, note-se.
É uma aprendizagem muito divertida, que estou a viver ainda com o entusiasmo dos iniciados. Sou novata nisto. Tive o meu primeiro bicho há cinco anos. Em criança nunca tive nenhum que fosse meu.
Não te iludas, Teresa 🙂
Ehehe! Fala a muita experiência, não é? Mas eu prefiro assumir as certezas de quem ainda anda nisto há pouco tempo 🙂
Os gatos são como as pessoas, Teresa, cada um à sua maneira, mas manipulação é unívoca e raramente de nós para eles, portanto… 012/03/lotacao-esgotada.html
Olha o que me tem vindo visitar: http://o-meu-pai-e-eu.blogspot.com/2
Para minha grande felicidade descobri que tem dono. Nem sabes o alívio.
Na minha infância tive um galo.
Um dia mataram-no para churrasco, nunca mais quis animal nenhum