![Adolfo-MN1[1].jpg Adolfo-MN1[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2020/21675196_UlgHC.jpeg)
Menciono-o com declaração de interesses: sou amigo dele. Para mim, o melhor candidato à sucessão de Assunção Cristas seria ele, o Adolfo Mesquita Nunes. Capaz de alargar as fronteiras do partido, hoje muito estreitas. De lhe dar consistência ideológica, sem rumo errante. E de começar a construir uma verdadeira alternativa de futuro na área política não-socialista e não-comunista em Portugal. Fazendo uma oposição firme, fundamentada e frontal ao Executivo pós-geringonça.
Infelizmente, há cinco candidatos à presidência do CDS – tantos como os deputados que lhe restam na Assembleia da República – mas o Adolfo não é um deles. O que diz muito sobre o rumo do partido no momento actual.
Ao fundo da sala, cada vez mais satisfeito com esta falta de alternativa à sua direita, António Costa continua a sorrir.

Mas aí o CDS não se distinguia do BE nas questões fracturantes…
Questão fracturante, hoje, é confiar na economia privada, combater com tenacidade a maior carga fiscal de sempre em Portugal e pugnar por uma economia livre sem esquecer as responsabilidades sociais.
Realmente, essas seria a questões fracturantes entre o CDS e o BE… Não vejo outras…
Há outras? Quais? O aborto? icao-nao-estamos-a-propor-uma-alteracao-a-l ei-do-aborto/
“Chicão” já veio dizer que não vai propor alterações na lei:
https://observador.pt/2020/01/24/ch
Por falar em fracturantes, a que horas é a manif pelo motorista da vimeca?
Não vai haver.
Erro meu.
Li “a” motorista agredida. Assim já seria um crime de ódio.
Carry on.
Assim foi apenas um crime igual a tantos outros. Contra um assalariado, homem, branco, da classe trabalhadora.
Sem direito a manifestações de solidariedade.
Ele no CDS e Miguel Morgado no PSD conseguiriam colocar a “direita” no rumo certo.
Isso era quase o PSD à direita do CDS…
Sim, Miguel Morgado e outros da geração dele, são um valor, mas do actual PSD nada vai sair de interesse, em meu entender. Já desisti.
Há duas pessoas no CDS que me levariam a votar no partido, Adolfo Mesquita Nunes e Pedro Mota Soares.
Agora está lá o Chicão. Saiu da direcção do Sporting para o CDS para enfim conseguir uma vitória.
se eu votasse CDS – facto que espero não me aconteça – Adolfo Mesquita Nunes também seria o meu candidato.
O Adolfo certamente agradeceria o seu apoio.
Uma conversa que circula nos últimos anos dentro do CDS era quão emocionante seria uma disputa pela liderança entre o Adolfo Mesquita Nunes e o “Chicão”. Mas enfim, o Adolfo resolveu dedicar-se a actividades empresariais (um direito absolutamente legítimo, até para não fazer da política uma profissão, depois de ter estado no governo, no parlamento e em autarquias) e para já ainda não assistiremos ao embate entre os legados de Lucas Pires e o de Adriano Moreira/Manuel Monteiro.
Ps: também sou amigo de Carlos Meira, mas francamente dispensava o folclore vianense da sua candidatura, aliás com chavões de pouco nexo.
Vendo bem as coisas, foi a politica que lhe arranjou ‘as actividades empresariais’ se assim poderemos chamar a um ‘não executivo’ da EDP.
Já tu, anónimo, a que “actividades” entre aspas é que te dedicas?
Para o António Costa não sorrir como é que deveria ser?
O primeiro passo seria tu deixares de ser anónimo.
@pedro – o que seria o mundo sem anónimos?
Pensei algo semelhante quando visitei o túmulo do soldado desconhecido na Batalha, João.
Eu não entendo o que está o Adolfo Mesquita Nunes a fazer no CDS, quando atualmente já existe a Iniciativa Liberal, que é o partido onde ele deveria estar.
Também não acho que ele fosse ser bom líder para o CDS, dado que o levaria a confundir-se com a Iniciativa. Não pode haver dois partidos com a mesma ideologia (ainda por cima com uma ideologia sociologicamente minoritária como a liberal). Ou um, ou o outro.
Há muita coisa que você não entende. Se o seu blogue não tivesse encerrado por falta de leitores, podia até fazer uma série interminável dedicada a esse tema.
Não tenho a mais pequena dúvida que António Costa continuará a sorrir por muitos anos nem que seja num cargo qualquer sem importância, já quanto aos portugueses também não tenho a mais pequena dúvida que a escolha do socialismo que fizeram lhes trará o habitual sofrimento com os mesmos de sempre a tentarem emendar mas agora já não temos anéis para vender.
E o que é de nunca mais lembrar é que os xuxas foram uma vez mais eleitos com a prestimosa ajuda dos “liberais democratas” de turno.
WW
P.S. – Desta vez não irei ter pena nenhuma dos fracos e oprimidos embora possa novamente e quase de certeza serei um deles.
Raio de povo, que nunca mais vota como você gostaria.
Espere sentado. Ou até deitado. Porque é capaz de nunca acontecer.
Como escreveu Camões, os fracos reis fazem fraca a forte gente !
WW
O soberano, em Portugal, é o povo. Assim reza a Constituição.
Bom dia Caro Pedro,
Os políticos de hoje, comparativamente com os políticos do pós II WW, 25 de Abril, são pouco dados a consensos em nome de um bem maior (neste caso leia-se desenvolvimento de Portugal) preferindo as guerrinhas ideológicas de palavras que não têm ajudado Portugal a ser um país próspero e moderno.
De tudo o que leio do Adolfo vejo-o com um dos poucos homens que poderá pegar no CDS e coloca-lo a fazer uma oposição (quem sabe governar) correta e quem sabe a saber chegar a acordos em nome de Portugal.
Tenho ideias de esquerda, mas gosto de algumas das ideias do Adolfo pelo que seria saudável tê-lo à frente do CDS ao invés do Chicão (que dupla fará com o Ventura).
Obrigado,
Pedro Trigueiros
Obrigado pela reflexão que aqui nos deixa, caro Pedro Trigueiros.