O mar da Zambujeira


eventhorizon,

zambujeira do mar.jpg

Tenho cá para mim que não há na nossa longa costa praia mais bonita que a da Zambujeira do Mar. Passei lá dezenas – centenas? – de tardes, e espero ainda passar muitas mais.

(a foto é minha, tirada hoje à tarde.)

31 comentários em “O mar da Zambujeira”

    1. Nunca me canso daquele mar.

      Nasci e cresci lá perto. Gosto muito da minha aldeia do interior de Odemira, mas se um dia voltar para viver no Alentejo, gostaria muito de ir viver para a Zambujeira do Mar. É um dos poucos sítios onde me sinto sempre em casa (o outro é Tavira, uma paixão que sei que partilhamos).

        1. Quero muito voltar lá neste ano. Até porque quando lá estive pela última vez em 2021 descobri um restaurante ao qual quero muito regressar.

          Isto para além das saudades da Ilha, dos gelados junto ao Gilão e das noites amenas, claro.

      1. Obrigado pelo elogio. Diz muito de V. Exa.
        Não sei se será do espelho ou se é mwsmo assim. Descobfio que são os…dois.
        Está “fotogrqfado”. Quem nãp tem capacidade para uma opinião diferente e parte para o insulto, possivelmente ( de certeza) é igualzinho ao que acusa os outros.
        Escusa de responder..Tenho urticária a indigência mental.

          1. Só ligo a trampa quando estou distraído.
            E a ordinários boçais cobardolas ainda menos. Boa tarde e um queijo.

          2. “In slang, a troll is a person who posts or makes inflammatory, insincere, digressive, extraneous, or off-topic messages online (such as in social media, a newsgroup, a forum, a chat room, an online video game), or in real life, with the intent of provoking others into displaying emotional responses, or manipulating others’ perception. The behavior is typically for the troll’s amusement, or to achieve a specific result such as disrupting a rival’s online activities or purposefully causing confusion or harm to other people.” (Wikipedia)

            Não está a ser especialmente bem sucedido com isso do “chatear”, bravo anónimo, mas tem sido mesmo muito bem sucedido a demonstrar que é de facto um troll. Continue que vai bem 🙂

            Não está a ser especialmente bem sucedido com isso do “chatear”, valente anónimo. Por outro lado, demonstrou-se mesmo muito bem sucedido a confirmar que é, de facto, um troll.

    1. Isso é que foi Vagueando, 140 km a pé é obra.
      E teria que ir até à Lagoa de Santo André para percorrer junto à costa, depois e durante muitos km não poderia ir junto à costa nem sequer a corta mato.

  1. Boa noite.
    Sim ou não a mais bela, argumentos serão vários. Tenho para mim que está no “podium”.
    Tenha um bom Domingo. Saúde.
    António Cabral

  2. Demorei por ali de 70 a 75, pela costa até Lagoa de Sto André.
    Tudo o que vi dez anos depois afugentou-me.
    Ainda bem que agora se diz bem.
    E “ainda há quem more em Odeceixe…na Rua Espinha de Peixe”.

    1. 75 precede o meu nascimento em uma década, pelo que não posso falar desses tempos.
      Mas posso falar do que me lembro dos anos 90 – e na altura a praia da Zambujeira era bem diferente… Se dissesse a alguém que frequentasse aquele areal naqueles anos que um dia a praia teria bandeira azul, teria como resposta uma sonora gargalhada. E no entanto cá estamos.

      1. Como disse quase fugi. Eu e amigos acampáramos anos antes por onde era possível,no paraíso.
        Não tornei lá.
        Mas faço fé no que conta e fotografa,e agradeço. Ainda bem,como cantava o Zeca.

        1. Agradeço o interesse e a partilha. Se um dia puder, sugiro o regresso à região. Não estará como se recorda, claro, mas continua a valer a pena (sou parcial, claro).

  3. João Campos, tem muita razão.
    Conheço a praia Zambujeira do Mar antes do começar a ser frequentada por “banhistas” chegados na inauguração dos autocarros Expresso Lisboa-Setubal-Santiago-Sines-Cercal-Milfontes-Almograve-Zambujeira, em 1980/82.
    Antes, já o pai Martinho dava festival, por esta altura do ano, com percebes e mexilhões de tamanho mínimo de 8 cm, depois fechava a loja até Junho. A não ser que houvesse visitas à casa da Amália.
    É interessante verificar o areal, praticamente, não se alterar anualmente com as marés, como acontece noutras praias. E já lá vai o tempo de deixar o chapéu de sol espetado na areia para o dia seguinte.
    Ah sudoeste alentejano, que não se podia fazer uma casa e agora também não por o terreno estar ocupado com as estufas. Se a Onassis pode construir uma estufa de flores por que não construir estufas de morangos e groselhas? E foi como as sapatarias, ou balcões de agências bancárias ou esplanadas em Lisboa, é sempre assim para o que está a dar.

    1. Nem me fale dos percebes, que fico logo com água na boca…

      Passei três verões na adolescência a trabalhar num restaurante local. O trabalho era duro, mas nem por isso deixaram de ser verões maravilhosos.

  4. Uma das primeiras praias a que fui e de que me lembro. O meu pai trabalhou lá num verão (era GNR e nos verões muitos efetivos de postos do interior, neste caso Almodôvar, eram deslocados para reforçar o efetivo dos postos do litoral). Graças a isso ainda lá estive 2 ou 3 fds com ele, a minha mãe e irmão. Gostei muito da zona assim como também gostei de Aljezur para onde ele foi deslocado noutro ano e que também tem uma costa muito bonita, como aliás toda essa região da costa vicentina. Tudo isto no início dos anos 90, com o nosso Ford Fiesta pequenino por essa estrada fora, sem computadores nem jogos de vídeo, com o farnel atrás que o dinheiro não era muito, mas nós miúdos eramos tão felizes com as pequenas coisas e a brincar na rua uns com os outros, que saudades desses tempos!

  5. ” Passei por lá” ainda era miúda, a caminho do Algarve, num Setembro do século passado. Fomos até à praia e a água estava um gelo, o que ajudou à decisão de rumar a sul nesse mesmo dia. Com 9 anos não somos grandes apreciadores de belezas naturais. Esta sua foto é encantadora, João.

  6. Mas não há areia tão deslumbrantemente branca como a da Costa Nova. Sempre que lá vou fico maravilhado com tanta alvura.

  7. Fui a primeira vez em 2020, pelo que ouvia falar e do que via em fotografias, achei a praia pequena e cheia de pessoas.
    Vi outras, nessa altura, que gostei, mas talvez por ser em época de férias, não me fascinaram como esperava.
    Entretanto, este ano, fui conhecer as Praia da Costa Nova, e gostei muito.
    Mas também fui em Fevereiro, sem banhistas.
    Gosto das praias do Norte, frequento as do distrito de Braga, desde criança, mas infelizmente estão, a cada ano que passa, com areais pequenos.
    Deve ser por isso que gosto delas fora da época balnear.
    E tenho a certeza que o seu gosto por Zambujeira do Mar seja fora da época balnear, também.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *