3 comentários em “O livro sobre as caricaturas de Maomé”
Política do apaziguamento. Em suma, é preciso não “provocar”, “ofender”, blabla, o outro, mesmo que as práticas do outro sejam altamente provocatórias e ofensivas e mesmo que isso implique estabelecer mecanismos de auto-censura, como o da suspensão de um dos valores que é basilar à civilização ocidental: o da livre expressão. Isto não passa de política do apaziguamento e isso não é nada novo, a memória é que é curta, porque uma política similar acabou por produzir resultados sinistros da última vez que foi posta em marcha, por alturas da década de trinta do século passado. A ver vamos onde nos levarão os “paninhos quentes” do presente.
Concordo, caro Carlos. E é fantástico que a decisão, para além de unânime, seja tomada após contactarem “peritos em contra terrorismo”, onde é que isto já vai?
Política do apaziguamento. Em suma, é preciso não “provocar”, “ofender”, blabla, o outro, mesmo que as práticas do outro sejam altamente provocatórias e ofensivas e mesmo que isso implique estabelecer mecanismos de auto-censura, como o da suspensão de um dos valores que é basilar à civilização ocidental: o da livre expressão.
Isto não passa de política do apaziguamento e isso não é nada novo, a memória é que é curta, porque uma política similar acabou por produzir resultados sinistros da última vez que foi posta em marcha, por alturas da década de trinta do século passado. A ver vamos onde nos levarão os “paninhos quentes” do presente.
Concordo, caro Carlos. E é fantástico que a decisão, para além de unânime, seja tomada após contactarem “peritos em contra terrorismo”, onde é que isto já vai?
Não posso estar mais em desacordo com esta correcção política que põe mordaças nas bocas e vendas nos olhos.