Pensar antes de falar, diziam os antigos. Pensar antes de tuitar, dir-se-á por estes dias. É um conselho válido para muitos. De Carlos Abreu Amorim a José Lello. No caso de Abreu Amorim, o que parece verdadeiramente relevante não é o exagero, o descontrolo do momento, o comentário irreflectido, a eventual ofensa. É a natureza tão básica que se revela sob a fina capa de polimento dos cursos e dos discursos. Uma tristeza. No de Lello, a coisa é mais grave. Lello, por natureza, é incapaz de pensar antes de falar. Ou depois. E, para dizer tudo, o que os portugueses deveriam querer, indepententemente do que possam pensar sobre Passos Coelho, era verem-se livres de Lello e do que ele representa. Verem-se livres dele vivo. Que a morte não se deseja a ninguém. Nem a brincar. Se sobrar um nadinha de vergonha, resta agora ao PS retirar a confiança política a Lello. E demiti-lo de todos os cargos de que possa ser demitido. Se sobrar, repito, um nadinha de vergonha. E se os meandros do financiamento partidário de que Lello foi responsável no PS permitirem uma decisão razoável e independente. Isto é, se o PS não estiver vergado a uma ditadura lellillista.


O lello devia ganhar coragem e chegar-se á frente , ou não é Português!
O lello não sabe mas eu explico :
Os Portugueses estão é fartos de ladrões , corruptos e incompetentes quando se trata de administrar a coisa pública ,corja á qual pertence e que faz por medrar.
Um grande maioria desses estão dentro do grupo que o lello representa
Sujinho, sujinho.
Antes de o CAA chegar a parlamentar, já o Lello contribuía com entusiasmo para o descrédito da classe política portuguesa.
Bem, no caso do Abreu ainda fico na dúvida se o rapaz se referia ao Magreb ou ao Grande Magreb quando chamou magrebinos (olhe que a Líbia tem pitroil do bom). Mas também não tem muita importância porque o rapaz é daqueles outros do norte que em matéria de geografia pouco adianta algumas palavras. Alguns ainda pensam que Portugal é uma espécie de condado portucalense, e esquecem que as matemáticas e não só foram introduzidas por mouros.
Já agora um desabafo, estou farto das cidades deste país, em particular Lisboa e Porto, porque nunca vi tantos provincianos concentrados por m2 como nestas áreas; eu gosto mesmo do campo e de campónio(a)s. Já cheguei a pensar que estas cidades eram uma espécie de estação de tratamento de saloios residuais, mas afinal não, é outra coisa. E continuam a desaguar nelas saloios ditos instruídos. Mas eu sou suspeito, não por isso (escolham).
Quanto ao Lello, ele até parece uma livraria – conheci uma, a Livraria Lello -, mas o vocabulário na boca dele sai sempre mal pronunciado.
Quanto ao Passos, espero que ele se farte depressa, estou ansioso por essa fartura. Espero que o pai, para fazer a tal festa rapidamente, seja capaz de convencer o PR a agir como deve em situações destas. Isto está de tal forma que Portugal sem se dar conta mudou de um regime semi-presidencialista, com palras à mistura, para outro presidencialista, totalmente. Porraaaaaaa!!!
Não tenho assim tanta certeza que os Portugueses não se queiram ver livres do PPC – morto ou vivo; pelas queixas que ouço, até me inclino a julgar que seja mais pela primeira hipótese. Ou isso – ou, não estando em Portugal, para poder confirmar que seja geral – tenho amigos/conhecidos com impulsos homicidas. Um que é (penso que ainda seja) filiado no PSD disse-me literalmente «mas não haverá ninguém com tomates para dar um tiro nos cornos destes gajos…» (O que eu me ri – nunca pensei chegar a um dia em que ouvisse isto daquela pessoa, que é filiada no partido desde a adolescência, e com quem tantas vezes passei fins de tarde a discutir política – fins de tarde obviamente desperdiçados).
Eu próprio dou comigo a ter muitas ideias homicidas – e clico na cruz ali acima, no canto superior direito, do browser, para fechar os sites de notícias e os blogs que vou lendo – e vou para a rua respirar um pouco de ar puro.
Sim – infelizmente, por todas as razões, porque a morte é algo que não se deseja a ninguém, porque no fundo é porque estamos numa situação péssima, extrema – sim, o tweet do José Lello espelha o sentimento de muitos portugueses. Agora – o José Lello, pela posição que ocupa, tem responsabilidades…
Como é hábito, qualquer tentativa de humor ou opinião mais ‘desenquadrada’, é logo condenada pelos censores do ‘politicamente correcto’. Triste sina a nossa.
Lello é demasiado.
Coitado do Lelo, é um pobre de espírito, além de terminalmente foleiro. E, como já vai quase nos setenta (é ver na Wikipedia), seria suposto saber um pouco da vida. Qualquer pai que veja o filho metido em tarefas como as de Pedro Passos Coelho – e não releva para aqui se as tem desempenhado bem ou não – diz o mesmo, ou muito parecido.
Os portugueses perderam definitivamente o sentido de humor.
Impera o politicamente correcto, que bom, vamos todos ser certinhos e queridos e não abrir a boca muitas vezes que é o que se espera.
De repente recuei ao tempo em que proibiram o programa do Herman José porque ofendia personalidades históricas.
Todos nós percebemos que o homem não queria “matar ” o nosso querido primeiro ministro, mesmo que essa seja a “vontade “de 90% do portugueses.
Que venha o inocente atirar a primeira pedra.
Desculpe mas é a minha opinião.
Quem usa o termo bandalhos a torto e a direito não poderia ter outra opinião.
resposta a ” A minha opinião ”

Já percebi que ainda não lhe passou a azia dos bandalhos. Não leve isso tão a peito, pode fazer-lhe mal.
Desculpe o seu nome portanto é ” a minha opinião “, ” boa “, ou ” má ” ?
ou encapotado(a)?
Vá lá acalme, eu não sou pessoa dada a rancores.
E o seu, é cêerre?
Custódia romão, para sua informação ( embora não lhe deva explicações), só assino assim, por ser mais prático…
Não sou encapotada, nem agora nem nunca, dou sempre a cara!
Enxergue-se é o quê?
O problema é ter-se passado a confundir “liberdade de expressão” com dizer tudo o que nos passa pela cabeça, sem qualquer noção de respeito, de bom gosto e, sobretudo, de educação.
No mínimo, é lamentável!
Isabel Mouzinho
Concordo a 100%
Temos de mostrar alguma compreensão: Lello está no limiar da deficiência.
Boa tarde,
O seu blog está em destaque na área de Opinião da homepage do SAPO.
Atenciosamente,
Catarina Osório,
Gestão de Conteúdos e Redes Sociais – portal SAPO
Espero que saia vivo, é aqui que elas se pagam, ele pode viver 100 anos que não vai pagar uma pequena parte de tudo quanto nos fez…
Lamentável. Ainda por cima vindo de um individuo que tudo fez para que este país esteja na situação em que está. Esta é uma crise de valores.
Um flagello.
Acho que não é preciso ser-se um génio para entender que a morte a que se refere Lello,é a morte política e não a física.Porém,quando se pretende agir de má-fé,fazemos sempre a interpretação mais adequada ao nosso propósito.
Não deve confundir-se morte política com morte física.