
Ministro por eleição, sociólogo por formação. Augusto Ernesto Santos Silva tornou-se, sem disso dar conta, num autêntico objecto de estudo Weberiano.
Quando escreve livros e mete o chapéu do sociólogo é racional, imparcial e neutro — como manda a cartilha das boas ciências sociais. Já quando liga o megafone do intelectual da propaganda Socrática…
[«Política como (in)vocação», por Hidden Persuader, aqui.]

“Quando escreve livros e mete o chapéu do sociólogo é racional, imparcial e neutro — como manda a cartilha das boas ciências sociais.”
Como? algo me diz que não teve a imensa honra de ler os textos (é disso que se trata, e não livros) de Santos Silva – se há coisa que ninguém lhe pode apontar é imparcialidade ou neutralidade. Como, de resto, manda a cartilha das boas “ciências sociais”
Pequena “correcção”…
Ministro por NOMEAÇÃO… e não eleição…
é axiológica a neutralidade (já que se falou acima do Autor) – Ente Lectual será uma questão de letras, o homem escreveu textos que foram publicados no formato de livros, alguns em registo único outros em regime de colectânea. E, como sociólogo, é brilhante. Para quê disparatar, ainda para mais assim, sobre isso?
Depois, é mesmo isso que custa. Mas o R. L. Stevenson escreveu um texto (publicado em formato de livro) sobre isto