Tal como se refere no Zero Hedge, para além das dívidas, das finanças, da austeridade e do resto todo, este é o gráfico verdadeiramente aterrador sobre a situação. Qualquer discussão que passe este assunto em claro é inútil. A questão é verdadeiramente fracturante. E se não forem tomadas medidas, vai rebentar.
Eu também costumo passar por lá de quando em vez … mas olhe que, fazendo fé nas opiniões por lá emitidas, já devemos ir praí na enésima catástrofe totalmente devastadora e que amanhã, de certeza, se não for já hoje, o mundo tal como o conhecemos vai acabar! 😀
Hay un problema. A grande massa dos jovens sem trabalho, não são familiares ou filhos das elites políticas. O recurso à emigração, vai ‘atenuando’ o problema.
Não sei qual o espanto. Essencialmente as gerações mais velhas – humanisticamente vaidosas, socialistas de esquerda e direita, sempre com o lágrima para vender o sentimento – impuseram aos novos os impostos e regulação que nunca tiveram nas suas vidas de trabalho. Muitos fizeram-no com as ditas boas intenções. Tal como enfiam as crianças na escola agora obrigatoriamente até ao 18 anos sem razão alguma, quando uma boa parte do trabalho que é preciso fazer não precisa de tanto desperdício de recursos. Mas todos fingem não ver os resultados. Aí as boas intenções já não contam. E depois ainda passam por bonzinhos a subsidiarem hoje a vida dos filhos.
Logo como querem que os jovens tenham trabalho se tornaram o trabalho tão caro?
Pior, como as pensões são por transferência geracional os jovens não têm hipóteses algumas de gerirem a sua vida. Quantos não quereriam ter mais dinheiro hoje para poderem ter uma criança ou mais de uma criança e menos na reforma?
Assustador!
Tal como se refere no Zero Hedge, para além das dívidas, das finanças, da austeridade e do resto todo, este é o gráfico verdadeiramente aterrador sobre a situação. Qualquer discussão que passe este assunto em claro é inútil. A questão é verdadeiramente fracturante. E se não forem tomadas medidas, vai rebentar.
Oh noes! Anda a ler o ZH? 😀
Eu também costumo passar por lá de quando em vez … mas olhe que, fazendo fé nas opiniões por lá emitidas, já devemos ir praí na enésima catástrofe totalmente devastadora e que amanhã, de certeza, se não for já hoje, o mundo tal como o conhecemos vai acabar! 😀
Certo, AF. Mas, neste caso, o cataclismo é ostensivo.
Hay un problema.
A grande massa dos jovens sem trabalho,
não são familiares ou filhos das elites políticas.
O recurso à emigração, vai ‘atenuando’ o problema.
Pois é, Monti.
Não sei qual o espanto.
Essencialmente as gerações mais velhas – humanisticamente vaidosas, socialistas de esquerda e direita, sempre com o lágrima para vender o sentimento – impuseram aos novos os impostos e regulação que nunca tiveram nas suas vidas de trabalho. Muitos fizeram-no com as ditas boas intenções.
Tal como enfiam as crianças na escola agora obrigatoriamente até ao 18 anos sem razão alguma, quando uma boa parte do trabalho que é preciso fazer não precisa de tanto desperdício de recursos.
Mas todos fingem não ver os resultados. Aí as boas intenções já não contam.
E depois ainda passam por bonzinhos a subsidiarem hoje a vida dos filhos.
Logo como querem que os jovens tenham trabalho se tornaram o trabalho tão caro?
Pior, como as pensões são por transferência geracional os jovens não têm hipóteses algumas de gerirem a sua vida. Quantos não quereriam ter mais dinheiro hoje para poderem ter uma criança ou mais de uma criança e menos na reforma?
Isto está lixado.