Alguém nos pode explicar isto como se fôssemos todos muito burros? Desde já, aqui manifesto a minha gratidão aos assessores sem rosto do costume.
O fim da linha.
vidabreve,
Alguém nos pode explicar isto como se fôssemos todos muito burros? Desde já, aqui manifesto a minha gratidão aos assessores sem rosto do costume.
O Presidente da República não tem nada a dizer sobre a restauração da Censura em Portugal, mais de 35 anos depois do “25 de Abril”?
É tão engraçado que tanta gente peça a responsabilização do PR em vez de pedir a responsabilização de quem faz estas coisas.
E como é que sabe que eu não tenho pedido essa responsabilização? Fala por falar, é?
Ora bem, Luís.
Ora mal, João.
Ora péssimo, Aforista.
Porque se está a fugir ao tema, que é de especial relevância, concordo em absoluto com o artigo do MC e a especial dificuldade que o PM tem para conviver com o jornalismo livre.
O seu pseudo-charme esconde um ditadorzinho que lá vai chegando, devagarinho, devagarinho.
O problema de jornalismo deixo com os entendidos. O que me parece que existe é um problema pessoal: há já algum tempo se notava que Mário Crespo, MC, nos seus debates na SIC_Noticias e nos seus escritos gastava com algum gosto monições contra J Sócrates. Num seu escrito recente, e sem devidamente fundamentado, atirava com a de palhaço (em sentido prejurativo, é claro, conta o PM. O que penso é que é abusivo o uso de um estatuto de Jornalista para municiar a descarga de bílis. Espero que os especialistas debulhem rapidamente o episódio de que MC se faz vítima. Mesmo como professores os jornalistas não são todos nem sempre OS BONS!!! convém interiorizar, pois muito frequentemente na nossa praça ondes estes profissionais misturam opinião , informação, opinião e mais opiniao onde só devia existir informação, muito frequentemente dizia, prespassa a nuance de que “aqui d’el rei que se está a tocar num jornalista” com todo o PRECONCEITO de uma corporação.
Daí a defender a censura é capaz de ser um longo passo, não meu caro? A culturazinha democrática, onde é que está?
A questão da censura, claro, deverá ser discutida com director que cortou a crónica. Com ele os profissionais e seus representantes não deixarão de esgrimir os adequados argumentos. Espero que tenhamos todos notícia pública disso.
O que me parece preocupante é a culturazinha de escuta e transporte de recados… (antes do 25 de Abril tinha uma palavra muito feia para isto…) Ao dito amigo de MC teria sido de elevação democrática que presencialmente no acto que escutara de viva voz se insurgisse por aquelas supostas afirmações de José Sócrates. Calar e ir contar… se é que assim foi a história, é mesmo muito feio!