10 comentários em “O fim da linha.”

  1. Porque se está a fugir ao tema, que é de especial relevância, concordo em absoluto com o artigo do MC e a especial dificuldade que o PM tem para conviver com o jornalismo livre.
    O seu pseudo-charme esconde um ditadorzinho que lá vai chegando, devagarinho, devagarinho.

  2. O problema de jornalismo deixo com os entendidos. O que me parece que existe é um problema pessoal: há já algum tempo se notava que Mário Crespo, MC, nos seus debates na SIC_Noticias e nos seus escritos gastava com algum gosto monições contra J Sócrates. Num seu escrito recente, e sem devidamente fundamentado, atirava com a de palhaço (em sentido prejurativo, é claro, conta o PM. O que penso é que é abusivo o uso de um estatuto de Jornalista para municiar a descarga de bílis. Espero que os especialistas debulhem rapidamente o episódio de que MC se faz vítima. Mesmo como professores os jornalistas não são todos nem sempre OS BONS!!! convém interiorizar, pois muito frequentemente na nossa praça ondes estes profissionais misturam opinião , informação, opinião e mais opiniao onde só devia existir informação, muito frequentemente dizia, prespassa a nuance de que “aqui d’el rei que se está a tocar num jornalista” com todo o PRECONCEITO de uma corporação.

      1. A questão da censura, claro, deverá ser discutida com director que cortou a crónica. Com ele os profissionais e seus representantes não deixarão de esgrimir os adequados argumentos. Espero que tenhamos todos notícia pública disso.
        O que me parece preocupante é a culturazinha de escuta e transporte de recados… (antes do 25 de Abril tinha uma palavra muito feia para isto…) Ao dito amigo de MC teria sido de elevação democrática que presencialmente no acto que escutara de viva voz se insurgisse por aquelas supostas afirmações de José Sócrates. Calar e ir contar… se é que assim foi a história, é mesmo muito feio!

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *