0 comentários em “O fim da geringonça”

  1. By-By como dizia o outro. No entantro e saindo do Constitucional : ou há moralidade ou comem todos. Toda a função Pública e Privados tem o mesmo direto.
    Cristas ainda anda nos sub-23, Rui Rio apesar das chuvas de Abril, secou. Costa sem se mexer vai ganhar maioria absoluta.Santana esta por aí.
    Isto ate parece a Liga Portuguesa de futebol!

  2. Irrelevante. A geringonça vai continuar a criar leis pois é a cultura dominante. Cultura Marxista.

    Como resultado dessa cultura Portugal é ultrapassado todos os anos em liberdade e prosperidade por outros países.

    lucklucky

    1. “Cultura marxista”? Onde ela já vai. Nenhum dos dirigentes políticos da geringonça leu Marx. Excepto o camarada Jerónimo, na vulgata da Marta Harnecker, quando fazia sentinelas como polícia militar na guerra colonial.

  3. Já acabou? Estava no ginásio e realmente vi qualquer coisa a passar na tv, mas como era o Buda do Chiado não liguei…pensava que era um anúncio qualquer à subida do salário minimo para os mil aéreos e que a semana iria passar a ter 4 dias, sei lá….e o dia 16 horas…

    1. Já poderíamos trabalhar 4 dias por semana se não fossem os empregos criados pela Religião Política. Podemos começar pelo totalitarismo do ensino – publico e falso privado- já que fala-se de professores, veja-se a ineficiência da profissão provocada pela Política. 12 anos de ensino obrigatório e pouco se aprende. Serve é para anular, e se calhar é essa a intenção, os anos mais criativos: adolescência e primeiros anos de adulto.

      Ao contrário de quase todas as outras profissões muito mais ineficiente que há 100 anos atrás o Ensino conseguiu a proeza de se ter tornado ainda mais ineficiente.
      Podemos depois falar da medicina onde os médicos se fecham em silos de especialidades onde nada liga com nada quando o corpo humano quase tudo liga com tudo e as pessoas andam de especialidade em especialidade.
      A Medicina tal como o Ensino é outro desastre.

      lucklucky

  4. O prof. Pedro Cosme teve a coragem de dizer o óbvio [ http://economicofinanceiro.blogspot.com/2018/09/o-problema-dos-imigrantes-e-refugiados.html ]:
    – são muitos os funcionários públicos (entre muito outro pessoal) que se consideram elite do sistema!
    —»»» A elite deste sistema que fique com a sua mão-de-obra servil ao desbarato, mas que não chateie os povos autóctones que procuram sobreviver pacatamente no planeta: leia-se separatismo-50-50.
    .
    .
    Ao mesmo tempo que reivindica para si regalias acima da média (trata-se de pessoal que está num patamar acima da mão-de-obra servil) a elite deste sistema quer ter ao seu dispor mão-de-obra servil ao desbarato.
    -» Mais, pululam por aí muitos investidores da mesma laia dos construtores de caravelas: reclamam que os seus investimentos precisam de muita mão-de-obra servil para poderem ser rentabilizados.
    -» Mais, a elite deste sistema em conluio com a alta finança (lucram milhares de milhões em especulação financeira) e em conluio com migrantes que se consideram seres superiores no caos… não falam na introdução da Taxa-Tobin como forma de ajudar os mais pobres… querem é que a ajuda aos mais pobres seja feita através da degradação das condições de trabalho da mão-de-obra servil.

    1. Com duas frases, Costa “suspendeu” a campanha europeia, que lhe estava a ser adversa, e pôs toda a oposição a correr atrás do prejuízo. Sobretudo o PSD, que entrou em modo errático. Mais ainda do que já estava.

  5. Perdeu-se uma pestana ou uma unha. Hão-de achá-la e encontrar-se todos y todas à esquina,tocando a concertina eleitoral.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *