… de José Malhoa (1855–1933), é uma bela representação das origens e ambientes mais tradicionais e tantas vezes marginais do fado.
O fado está também representado no DELITO DE OPINIÃO pela nossa Ana Vidal, autora de belos poemas musicados e cantados por vozes fadistas de primeira água.


Muito bem lembrado, João. E são belos textos os da nossa Ana Vidal.
São mesmo. E são cantados pelos melhores.
Obrigada, Ivone.
Fado… que coisa haverá de mais profundamente portuguesa (sem ponta de lamechice?). Nada.
Esse quadro tem uma história. Quem foram os modelos e como e onde o Malhoa os encontrou? Se houver aqui um “especialista” em fado, talvez então a Ana Vidal, seria interessante que a revelasse.
Bem lembrado.
O google é um amigalhaço:
http://anomalias.weblog.com.pt/arquivo/0 07941.html
É verdade. Falta dizer que Malhoa fez duas versões desta pintura a óleo. A primeira não é esta: data do ano anterior (1909) e parece que pertence à família Pereira Coutinho.
Como a Isabel já trouxe aqui a história do quadro, aproveito para dizer que, embora emblemática e histórica, esta imagem representa um tempo que já está muito longe do que é o fado actualmeste. O fado ultrapassou as fronteiras das tabernas e dos bairros pobres de Lisboa e ganhou outro estatuto, outra dignidade e outro significado. A ponto de ter sido considerado – hoje mesmo – como património da humanidade. Não renegando a sua história (que passa também por este quadro) o fado actual é aquele que me apaixona e com que me identifico.
Muitos parabéns, Ana!
Como desconhecia totalmente, fui consultar algumas coisinhas e adorei.
Os parabéns de hoje são para si, também.
Que belos delituosos aqui se juntaram….
http://videos.sapo.pt/Ru8ssCpC88OB4h4f7i ag
Beijinho para si, Ana V.