É verdade: o essencial sobre o Natal está no texto que o Pedro colocou aqui. Para além disso, com ou sem prendas (como propõe o Alberto Gonçalves na crónica que escreve na Sábado), o importante, para mim, continua a ser reunir a família que temos, aquela que marcou a nossa história de vida. É o que tenho feito. E entre o bacalhau e aquelas iguarias que não fazem bem mas sabem muito bem, nada melhor do que um poema recitado pelo meu avô, que continua a ser ‘o poeta da aldeia’. Espero que isto continue, e aproveito para desejar um excelente Natal aos meus colegas de delito e a todos os leitores que por aqui passam.
O essencial é isto (II)
discutindoopinioes,

Igualmente, Ana Sofia. E que ‘o poeta da aldeia’, insista por muitos anos.
Bom Natal, Ana Sofia, De facto, o essencial é isto.
Que simpatia, Ana Sofia. Continuação de boas festas.
O avô com costela de “poeta de aldeia” 🙂 Sei bem o que isso é. Preserve-o, é daqueles lugares que a sucessão das gerações deixa fatalmente vazio.
«Preserve-o, é daqueles lugares que a sucessão das gerações deixa fatalmente vazio.» Chloé, posso informar que o ‘poeta da aldeia’ já tem um computador onde vai escrevendo as quadras que sabe de cor:).
Melhor ainda, é meio caminho andado para o layout da futura compilação… (em edição familar, ou, quem sabe, mais?).
Uma maneira de deixar o lugar ocupado para sempre 🙂