O essencial é isto (II)


discutindoopinioes,

É verdade: o essencial sobre o Natal está no texto que o Pedro colocou aqui. Para além disso, com ou sem prendas (como propõe o Alberto Gonçalves na crónica que escreve na Sábado), o importante, para mim, continua a ser reunir a família que temos, aquela que marcou a nossa história de vida. É o que tenho feito. E entre o bacalhau e aquelas iguarias que não fazem bem mas sabem muito bem, nada melhor do que um poema recitado pelo meu avô, que continua a ser ‘o poeta da aldeia’. Espero que isto continue, e aproveito para desejar um excelente Natal aos meus colegas de delito e a todos os leitores que por aqui passam.

6 comentários em “O essencial é isto (II)”

  1. O avô com costela de “poeta de aldeia” 🙂 Sei bem o que isso é. Preserve-o, é daqueles lugares que a sucessão das gerações deixa fatalmente vazio.

    1. «Preserve-o, é daqueles lugares que a sucessão das gerações deixa fatalmente vazio.» Chloé, posso informar que o ‘poeta da aldeia’ já tem um computador onde vai escrevendo as quadras que sabe de cor:).

      1. Melhor ainda, é meio caminho andado para o layout da futura compilação… (em edição familar, ou, quem sabe, mais?).
        Uma maneira de deixar o lugar ocupado para sempre 🙂

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