Parece que Vítor Gaspar gosta de Kant. Terá lido bem os “Prolegómenos”?
“Não podemos dar fora de toda a experiência possível um conceito determinado do que podem ser as coisas em si.”
“Como se comporta a nossa razão nesse encadeamento do que nós conhecemos com o que não conhecemos [o mundo sensível] e nunca conheceremos?”

Consta que até traduziu teorias de Kant para matemática e que é um génio das ciências económicas. Será?
Ora, o Gaspar é especialista é em kantigas. Daquelas para adormecer.
Escreveu “como se comporta a nossa razão nesse enceadeamento do que nós conhecemos (…)”, como sendo escritos do Kant.
Pondo de lado o que ele queria dizer, já de si difícil de entender, não queria o Andrade escrever “encadeamento”?
Tem razão, maldita gralha! Já está corrigdo. Obrigado.
Se leu, certamente ainda estará a tentar entender.