O elo perdido das epístolas socráticas


Rui Rocha,

Com tanta carta, artigo, entrevista escrita e depoimento, já houve mais do que oportunidade para informar quanto é que o amigão emprestou. Seiscentos mil? Um milhão? Dez milhões? Vinte? É mesmo uma pena, para não dizer que tem um óbvio significado sobre a consistência da linha de defesa que adoptou, que no intervalo dos protestos de inocência, dos ataques à investigação e da prosápia sobre a intenção política do processo, Sócrates ainda não tenha encontrado duas linhas para esclarecer isto. 

0 comentários em “O elo perdido das epístolas socráticas”

  1. Sócrates é preso para apurarem os factos ou seja é preso sem acusação. Se se tenta defender, dos ataques que lhe fazem é porque não o deve fazer se não o faz, devia fazer. O Senhor Dias Loureiro que por sinal, o juiz Carlos Alexandre é o mesmo de Sócrates, esqueceu-se deste senhor? Isto há coisas estranhíssimas ou mesmo raras. Isto não é justiça, é brincar à justiça. Tem de ser igual para todos, se não o é, é imperativo que o seja, senão, pode ser tudo, menos justa.

  2. Caro Socialista Anónimo

    Preso sem provas” … O cara já passou pelo crivo dos T. da Relação, Supremo e Constitucional…

    Olha o Zezinho… só ele é que marcha com o passo certo!

    1. Se há provas deveria haver acusação.

      Estavam a investigar o caso há mais de um ano sem necessidade de prender ninguém, pendem o suspeito e não o conseguem acusar de nada.

      Parece cada vez mais o caso Freeport. Vão sair n acusações nos jornais que não se materializam, e no fim soltam o preso e escrevem que não tiveram tempo para lhe perguntar qualquer coisa.

      Não mostra grande eficiência.

    2. Caro am: Sem provas, provadas. Para haver provas, não podem ser só de boca, têm de haver provas factuais, visíveis e palpáveis e até agora apenas estão em investigação e em busca das mesmas. É mau que assim seja, mas é o que se está passando.

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