Com tanta carta, artigo, entrevista escrita e depoimento, já houve mais do que oportunidade para informar quanto é que o amigão emprestou. Seiscentos mil? Um milhão? Dez milhões? Vinte? É mesmo uma pena, para não dizer que tem um óbvio significado sobre a consistência da linha de defesa que adoptou, que no intervalo dos protestos de inocência, dos ataques à investigação e da prosápia sobre a intenção política do processo, Sócrates ainda não tenha encontrado duas linhas para esclarecer isto.
O elo perdido das epístolas socráticas
Rui Rocha,

Mesmo inocente:
O tempo de leva preso, não “paga” o mal que fez ao país!
Que a pena não lhe seja leve!
Sócrates é preso para apurarem os factos ou seja é preso sem acusação. Se se tenta defender, dos ataques que lhe fazem é porque não o deve fazer se não o faz, devia fazer. O Senhor Dias Loureiro que por sinal, o juiz Carlos Alexandre é o mesmo de Sócrates, esqueceu-se deste senhor? Isto há coisas estranhíssimas ou mesmo raras. Isto não é justiça, é brincar à justiça. Tem de ser igual para todos, se não o é, é imperativo que o seja, senão, pode ser tudo, menos justa.
Caro Socialista Anónimo
Preso sem provas” … O cara já passou pelo crivo dos T. da Relação, Supremo e Constitucional…
Olha o Zezinho… só ele é que marcha com o passo certo!
Se há provas deveria haver acusação.
Estavam a investigar o caso há mais de um ano sem necessidade de prender ninguém, pendem o suspeito e não o conseguem acusar de nada.
Parece cada vez mais o caso Freeport. Vão sair n acusações nos jornais que não se materializam, e no fim soltam o preso e escrevem que não tiveram tempo para lhe perguntar qualquer coisa.
Não mostra grande eficiência.
Caro am: Sem provas, provadas. Para haver provas, não podem ser só de boca, têm de haver provas factuais, visíveis e palpáveis e até agora apenas estão em investigação e em busca das mesmas. É mau que assim seja, mas é o que se está passando.