Num partido que preza ao máximo a liberdade de expressão como continuar a manter o tabu em torno do inominável?
18 comentários em “O dilema”
Ó Pedro, ó Pedro, meu caro Pedro,
o meu amigo está com a vista turva. Não é nada disso! Não se esqueça que estamos no Inverno e a sala do congresso estava deveras aquecida, o choque térmico deixou as pessoas afónicas.
Será que devo trazer aqui um médico para explicar isto!?
Não é preciso ir ao Sócrates ou mesmo ao Kant (não alentejano), o nosso próximo Wittgenstein resolve o problema: “what can be said at all can be said clearly, and what we cannot talk about we must pass over in silence”
Amarrados e amordaçados em monte na prisão colectiva do congresso, vão um a um libertar a má língua do abuso da liberdade ás portas do cárcere selectivo de Évora.
“Num partido que preza ao máximo a liberdade de expressão”…a sério? Olhe, tenho que admitir que me enganou bem, o madraço… Desde os meus tempos de militante activista (ninguém é perfeito), quando tinha que fazer playback com um cartucho de 8 pistas , seu título de Largo do Rato, e pensava que o cérebro era algo colectivo e sem vontade própria…
É como os jornalistas, podem escrever sobre o que quiserem, mas mantêm certos tabus. Como por exemplo os jornalistas franceses, que nunca revelaram ao público que Miterrand tinha uma amante e uma filha ilegítima.
Ó Pedro, ó Pedro, meu caro Pedro,
o meu amigo está com a vista turva. Não é nada disso! Não se esqueça que estamos no Inverno e a sala do congresso estava deveras aquecida, o choque térmico deixou as pessoas afónicas.
Será que devo trazer aqui um médico para explicar isto!?
Cof, cof, cof.
Poderão sempre passar a referir-se-lhe como “aquele que nós sabemos”. Fica a sugestão.
Boa sugestão, Isabel. Parafraseando o treinador Octávio Machado, “vocês sabem de quem eu estou a falar”.
Não é preciso ir ao Sócrates ou mesmo ao Kant (não alentejano), o nosso próximo Wittgenstein resolve o problema: “what can be said at all can be said clearly, and what we cannot talk about we must pass over in silence”
Hum. Em inglês técnico percebo melhor.
Preza?
O caso Rui Mateus não lhe diz nada?
Mateus Rosé?
Amarrados e amordaçados em monte na prisão colectiva do congresso, vão um a um libertar a má língua do abuso da liberdade ás portas do cárcere selectivo de Évora.
Cesse tudo o que a musa antiga canta.
“Num partido que preza ao máximo a liberdade de expressão”…a sério? Olhe, tenho que admitir que me enganou bem, o madraço… Desde os meus tempos de militante activista (ninguém é perfeito), quando tinha que fazer playback com um cartucho de 8 pistas , seu título de Largo do Rato, e pensava que o cérebro era algo colectivo e sem vontade própria…
Cervô. En franciú technique.
Caríssimo,
Na mouche. Mera constatação de facto…
Forte abraço
Segue um abraço também para si.
É como os jornalistas, podem escrever sobre o que quiserem, mas mantêm certos tabus.
Como por exemplo os jornalistas franceses, que nunca revelaram ao público que Miterrand tinha uma amante e uma filha ilegítima.
Riã de riã, son ami Miterrã.
Que tal referir o 44, como o ex-1º ministro e líder do PS ?
E há o 28. Que sobe p’rà Graça.