Tal nunca seria escrito por um jornalista sobre um país capitalista ocidental…
Caso se tratasse a primeira coisa a fazer pelo jornalista seria separar a população entre os nacionalistas e os “tolerantes”. A separação do Ocidente em grupos é essencial. Já os outros são uma massa uniforme a ser explorada.
O adjectivo orgulho seria claro no mínimo substituído por chauvinismo e “fiercely” por “intimidatingly”.
Um branco claro nunca pode ter orgulho segundo a narrativa do jornalismo da burguesia neo-marxista com pretensões a aristocracia – da RTP à BBC, do Expresso ao New York Times- só os pobres e os não brancos podem ter orgulho.
“fiercely nationalistic, immensely proud nation”
Tal nunca seria escrito por um jornalista sobre um país capitalista ocidental…
Caso se tratasse a primeira coisa a fazer pelo jornalista seria separar a população entre os nacionalistas e os “tolerantes”. A separação do Ocidente em grupos é essencial. Já os outros são uma massa uniforme a ser explorada.
O adjectivo orgulho seria claro no mínimo substituído por chauvinismo e “fiercely” por “intimidatingly”.
Um branco claro nunca pode ter orgulho segundo a narrativa do jornalismo da burguesia neo-marxista com pretensões a aristocracia – da RTP à BBC, do Expresso ao New York Times- só os pobres e os não brancos podem ter orgulho.