Para a minha mãe, para a minha avó e para mim, este é o dia da mãe. Não nos corre bem desde há uns anos, porque essa coisa em Maio veio tramar a malta e os filhos, de cada uma, tendem a esquecer-se do dia 8 de Dezembro, para mais quase em cima do Natal. Assim, temos um acordo que nos une, celebramos nós, telefonamos e festejamos. Para quem estiver connosco, pois tenham um feliz dia da Mãe.
O dia da Mãe
Patrícia Reis,

Alcaline ,le concert: Ben l’Oncle Soul & Gregory Porter – Grandma’s Hands
Provavelmente não gostou do ” clip ” que lhe
enviei… bateu ao lado. ( como sempre ).
Não tem qualquer espécie de importância.
Este é um espaço frequentado por gentes das
letras … outras cores e outros ritmos.
A intenção era boa… mas de boas intenções está
o inferno cheio.
Quando inventaram o dia da mãe achei uma ideia razoável. Depois veio o do pai, depois o disto e daquilo, etc, etc. E a actividade principal desses dias todos é comprar prendas e lembranças. Ao fim de 2 anos já não havia imaginação para descobrir uma banalidade que servisse de prenda para receber e deitar fora. Esqueci esses dias todos. Agora só dou prendas quando isso me ocorre independentemente da data. E é raro ocorrer-me tal coisa. Uma prenda minha é mesmo uma prenda.
É como uma coisa ser Património da Humanidade ou UNESCO ou lá o que é. Honra é não ser. Por exemplo, a minha mãe não é.