«A gravata é um acessório, mas não fundamental. Na Alemanha há uma espécie de regra de vestuário não escrita que descreve a necessidade de utilizar um fato, de preferência escuro, com uma camisa, de preferência clara, e uma gravata (sem preferência). Isto pareceria cobrir sem qualquer problema toda e qualquer objecção, mas a verdade é que os gostos são frequentemente tão maus que seria preferível ver alguns homens de calções e havaianas. Desde camisas e fatos dois números acima (claramente comprados noutras décadas de modas diferentes), gravatas com tantas cores que poderiam induzir ataques epilépticos se associadas a movimento, sapatos que necessitariam de ser atirados para uma fogueira devido ao insulto ao olhar que causam, muitas das pessoas que seguem o código de vestuário acabam por fazer asneira.
Um fato faz o homem, mas apenas se bem escolhido. Uma gravata só faz sentido se combinar. Desde que escolhida com gosto, a roupa a usar fica sempre bem. A gravata é apenas e só um acessório. Quem não gosta dela e não se sente bem a usá-la dará sempre mau ar. Mais vale retirá-la.»
Do nosso leitor João André. A propósito deste texto da Ana Cláudia Vicente.


Tenho um post sobre as gravatas masculinas alinhavado vai para mais de duas semana (o Gato Maltês é testemunha). Vale a opinião de uma mulher?
O João André está coberto de razão. Uma gravata diz (quase) tudo sobre um homem… Mas palpita-me que um homem que escolhe uma má gravata tb não vai ficar melhor sem ela, será sempre a descer… Pq aí chama a atenção para a camisa (e o estado do colarinho, mto importante, questão de estado!). E já agora para o fato, supostamente bem cortado. Esse então ainda nos gritará mais aos ouvidos, rangendo debaixo das suas costuras malformadas 😉 E era tão simples evitar isso, tão façonnable!
não gosto de usar gravata e acho que hioje nao faz muito sentido usá-la
Subscrevo.