“A Sr.ª D. Violante, aqui do Lar, viu alguns bocados do jogo [Espanha-Portugal]. Ela formou ideias claras sobre a causa da nossa derrota. Segundo ela o culpado foi o árbitro que via os espanhóis tirar a bola aos portugueses e não marcava falta. Não é justo! Éramos nós a ter a bola, os outros não tinham nada que a tirar. Também não concordou que, quando um dos nossos passava a bola para um companheiro, havia sempre um espanhol a interceptar esse passe. E o árbitro não marcava falta.
Ai! Se a tia Violante fosse para a FIFA, muita coisa mudava.”
Do nosso leitor José Sejeiro. A propósito deste postal do João Carvalho.


Quando a tia Violante souber que o rapazinho já foi pai, o que irá dizer?
Vai dizer que já percebe porque é que ele tem andado tão fraco nos lances de bola parada.
Fiquei fã da D. Violante, como já disse ao José Sejeiro. Mas, compadre, a senhora está irreconhecível nesta foto.
Obrigado pela distinção , Sr. Pedro Correia. Um vez que D. Violante ficou com tantos fãs, um dia, quando vier a propósito, conto-vos a história de Portugal vista por ela.
Sempre me pareceu que a História de Portugal era um bocado envergonhada. Agora sei que é por andar oito séculos a ser vista por uma senhora.
Was?
Cumé que é?
Com este calor percebi mal.
:)))))
Hum… Is?
Não tem que agradecer, Sr. José Sejeiro. O seu comentário é notável pela graça natural e pela discreta ironia.
Pedro, a senhora D.Violante estava certíssima, não é justo tirarem-nos a bola, acredito que movidos pela inveja, estes rapazes espanhóis, mal nos viam com a bola logo se encarregavam de nos virem surripiar a mesma.
Eu penso que o problema estaria resolvido, e nem sei como o Rui Santos ainda não se lembrou disto, se cada equipa entrasse em campo com a sua própria bola, assim não precisariam de roubar a do adversário. Que lhe parece?
E que tal ser proibido pisar a relva?
Hummmm, interessante….calculo que por causa dos cócós dos cães…
Num Portugal-Espanha a coisa dividia-se com facilidade. Ficava a bola para os portugueses e a «pelota» para os espanhóis. Não faltaria nada a ninguém.
E se cada um tivesse uma bolinha para brincar, em vez de andarem sempre atrás da mesma a tentar roubá-la e a pisarem-se todos uns aos outros?
Hum?
E, pelo menos, já se distribuíam melhor pelo campo …
Rui Terbentina Santos, a cabeça mais brilhante da SIC Notícias, consideraria isso um atentado à «verdade desportiva».