“O problema das claques é complicado. A sua génese e, sobretudo, o seu desenvolvimento são complexos. O seu comportamento tem de ser explicado por outros motivos que não o futebol. Quem se agrupa dessa maneira, fá-lo no contexto do clube de futebol porque sabe que, assim, tem exposição garantida. Se fossem mostrar o vazio das suas vidas para outro lado, ninguém sabia. Mas, a propósito de um fenómeno tão mobilizador, sabem que têm palco garantido. Daqui decorrem duas preocupações: a cobertura mais ou menos tácita que lhes é dada pelas direcções dos clubes e das SAD e a falta de critério com que os ‘média’ os expõem, como que a ajudarem à festa. Não consigo descortinar qual o critério jornalístico que leva a entrevistar um tal presidente, ou lá o que é, dos super-dragões antes de um jogo de futebol, em directo, a propósito das questões de segurança que envolvem o jogo, nem que valores justificam a complacência dos órgãos dirigentes dos clubes e SAD para com semelhantes energúmenos.”
Da nossa leitora Maria do Sol. A propósito deste texto do João Campos.


Uau!
Oh João, está nevoeiro aí na sua ilha? Já fui à janela dizer-lhe adeus e nada… eh eh eh
:)))
Delinquentes agrupados com o beneplácito dos clubes.
Ouçam bem as declarações do líder da Juve Leo (Fernando Mendes) antes do jogo com o Atlético de Madrid e tentem decifrar aquilo.
Eu ainda não entendi.
Só deu para perceber que ele se acha com costela da padeira de Aljubarrota.
“Se fossem mostrar o vazio das suas vidas para outro lado, ninguém sabia.”
Na mouche.
Respeitosos cumprimentos a todos do DO,
Uau, uau, uauuuuuu!
A menina não conta! eh eh eh
:))))
[Saudades da ilha]