«Se um banco privado financia clientes (particulares ou empresas) para a privatização da Cimpor ou para o assalto ao BCP, por exemplo, avaliando mal o risco e descuidando as garantias, e depois se vê obrigado a criar provisões para crédito malparado, os seus accionistas são lesados de diversas maneiras: na distribuição de dividendos, na perda de valor das acções da instituição, em esforço financeiro adicional para acompanhar novo aumento de capital. Se um banco privado investe, directamente ou através de uma subsidiária de capital de risco, num negócio que corre mal, os seus accionistas são prejudicados, rigorosamente, nos termos acima descritos. Se se tratar de um banco público, como a Caixa Geral de Depósitos, as coisas passam-se exactamente da mesma maneira. Só que, neste caso, os accionistas são todos os contribuintes. Isto expliquei eu a um picheleiro de Santa Marta de Penaguião e ele percebeu perfeitamente. Quem tiver paciência que tente encaixar estas evidências no bestunto desse grande filho de Boliqueime e brilhantíssimo economista de seu nome Silva, o Cavaco. Eu não o ‘fazerei’!»
Do nosso leitor Cristof. A propósito deste texto do Sérgio de Almeida Correia.

O problema é que grande parte do crédito malparado resulta de atos criminosos e não de meros financiamentos mal calculados.
A questão, portanto, deve ser colocada ao MP e não ao economista de Boliqueime.
João de Brito
O problema é que não é só um problema de má gestão, são muitos problemas, especialmente, desde que as ordens vêm de fora e do BCE.
A maioria dos cidadãos europeus, incluindo os portugueses, pensam que os Bancos recebem dinheiro de depósitos dos seus clientes que depois emprestam a outros, quando na realidade, os Bancos, com esse dinheiro, criam mais dinheiro que nunca existiu. Essa criação de dinheiro virtual, numa explicação muito reduzida, conforme autorização do FED no caso americano ou no nosso caso, do BCE quando os Bancos recebem um depósito de 1.000 euros, receberam ordens para poder fazer empréstimos no valor de 10.000, portanto, estão a criar dinheiro que não existe. Sei que presentemente o rácio é de 1 para 10 mas, já foi de 1 para 20, aqui não posso garantir mas, esse é um dos problemas, a falta de transparência do sistema onde, só sabemos, que os pequenos são os rebanhos pagadores na Quintarola da elite do 1%.
Quando foi a crise de 2008, as ordens que vieram de fora, foi para emprestar como se não houvesse amanhã e, pensam que foi por acaso? que são incompetentes? Claro que não. A elite, há muito que sabe transformar, absolutamente nada, em riqueza própria. Portanto, nada melhor que transformar AR em dinheiro, para tirar o dinheiro real, a quem quer que seja. Mesmo quem deixe de pagar o empréstimo de uma casa, o Banco fica com um imóvel, um bem, palpável e muito real quando, emprestou dinheiro que, em grande parte, nunca existiu mas que os contribuintes pagarão, como se ele fosse todo real.
Bastou este Cartel de banqueiros conseguir regular os Bancos dos outros países, com os seus longos tentáculos e, uma coisa já sabemos, estamos cada vez mais pobres, endividados e controlados, especialmente, porque o cidadão comum passou a servir interesses cujo processo desconhece.
E, não é por acaso que saiu aquela, de que só está garantido no Banco até 100.000 euros por depositante, eles sabem, muito bem, o que andam a fazer e, mesmo isso, é só para não provocar uma limpeza dos Bancos pelos depositantes que pensam ter lá o seu dinheiro “guardado”, pois pura mentira, aquilo é como se emprestássemos dinheiro ao Banco e, naturalmente, se têm lá 10 e emprestam 1000, de certeza que não têm lá dinheiro nenhum, apenas e só um fundo de maneio.
Já agora, não pensem que o dinheiro ficaria melhor guardado, no colchão, isso só para quem não conheça a mente pérfida desta elite que controla o Mundo, porque o dinheiro que têm na mão, não passa de papel pintado portanto, em qualquer altura que eles queiram ou quando lhes apetecer, podem trocar de moeda, até dizer que vão ter outra melhor, voltar para um sistema mais seguro, qualquer coisa porque, eles, lá longe, demos-lhe esse poder e, nessa altura, o dinheiro do colchão, como podem reparar, nem servirá para usar no WC.
Não foi por acaso, o fim do padrão ouro, como era no tempo do escudo em que tinha de haver reservas de ouro que garantissem esse dinheiro, só podia ser impresso dinheiro se estivesse guardado o ouro correspondente. Um grande impedimento a quem quisesse criar dinheiro virtual para, trocar nada por riqueza real.
“Tão Bom”, pertencer à UE e estar nas mãos de um tipo de oligarquia que, controlando o dinheiro, controla os países e, se não sabem, há outro tipo de controle… aquela da “primavera árabe” não teve nada a ver com aquilo que pensam mas, com problemas na quantidade e custo exorbitante da comida, foi uma revolução provocada.
Quem controla o dinheiro, controla as Nações e quem controla a comida controla as populações. Isto de se importar aquilo que se come e que não se produz localmente, com gasto de combustível, provocando mais poluição, interessa a quem? Basta “entupir” as rotas do fornecimento e os supermercados ficam vazios. Mas há pior, por exemplo, Draghi falou, por várias vezes que quer inflação (que não passa de, uma outra forma de imposto) algo que, com o excesso de dinheiro virtual, pode acontecer muito facilmente e, de repente, ter os bens essenciais, ao dobro ou triplo do custo e, qualquer coisa pode provocar essa situação, como o aumento do barril do petróleo, do gás… porque quem controla a parte financeira do sistema, controla Tudo.
Há imensas explicações longas, mas ar/dinheiro, uma de 5 minutos: jFQ
https://www.youtube.com/watch?v=Hg_1iXbI
O BES não pode sair de mãos portuguesas!! A Caixa Geral deve ficar com o Novo Banco !!! O Banco Espírito Santo é um activo estratégico de Portugal !! tal como é o Banif!! Os bancos sob domínio português; com grande implementação nas comunidades portuguesas ao nível Planetário serem entregues a estado estrangeiros e atacados pelo Banco Central Europeu !!!???? …Ricardo Espírito Santo a Governador do Banco de Portugal !! Com capacidade de imprimir moeda…
Vamos lá recapitular, ativos estratégicos e de ficarem em mãos portuguesas, é pura utopia desde que entrámos na UE ou ainda não perceberam que já não aquece nem arrefece porque as regras vêm de fora?
É desesperante, já nem sei como explicar isto mas, tentemos uma metáfora. Imaginar que temos uma equipa de futebol portuguesa, cujas regras são decididas por portugueses e à portuguesa mas, se for vendida aos chineses, aos árabes ou a qualquer outra entidade, quem paga, passa a Mandar e, para piorar, quem estiver endividado, mais escravo estará das regras do credor, se lhes apetecer, até passam a ser obrigados a jogar de, calções rosa com pintinhas azul bebé
Presentemente, poucos se lembram como era antes, da entrada na UE. Por exemplo, quem queria comprar uma casa, tinha uma série de condicionalismos, primeiro o avaliador do Banco, nunca avaliava o imóvel pelo preço que era comprado e, aqui, garantia ao Banco que, mesmo em caso de não pagamento, ficava com algo, fácil de vender e abaixo do preço de custo. A seguir, o montante emprestado, nunca podia ser o que se queria, faziam as contas e os pagamentos do empréstimo, nunca podiam exceder uma fração, do ordenado ou outros rendimentos mensais porque quem pedia o empréstimo, além de pagar o empréstimo tinha outras despesas, incluindo comer, pagar eletricidade, água… e, mesmo assim, ainda podiam exigir além do Seguro por morte, incêndio ou outra calamidade, um Fiador, alguém que ficaria responsável pelos pagamentos, no caso da insolvência da pessoa que pedia o empréstimo porque, até o desemprego pode acontecer e o Banco estava mais que salvaguardado, com “cinto, suspensórios, botija de oxigénio, boia e estojo de 1ºs socorros
E, mesmo assim, como os juros não eram “pera doce” e, chegaram a passar os 20%, as pessoas ainda davam, mais uma ajudinha para o Banco não falir, faziam contas, ninguém pedia empréstimos para comprar um pacotinho de tremoços.
Depois veio a “Festa”, ninguém tinha de fazer contas e, com as novas regras e o dinheiro a jorrar como água, a concorrência passou a ser, quem dava mais e mais barato e, se fosse preciso, davam crédito para comprar a mobília, eletrodomésticos, o carro, uma viagem, tudo e mais alguma coisa, naturalmente que, no meio disto tudo, nunca pensariam que estavam a entregar o mais importante: a Liberdade e a algemarem-se a um credor que, lá longe, vos andava a “fazer a cama onde vos iriam deitar” mas, ainda há quem pense que a entrada na UE foi e é, tudo para nosso Bem porque, se preocupam muito mas, muito com o bem dos povos e essas panaceias todas.
Quem avisasse dos perigos, tal como, ainda hoje, caiem-lhe em cima e, se a verdade for desagradável, aí, até tentam matar o mensageiro e, destes, poucos estarão dispostos a chatices.
A ignorância é o pior dos males, consegue erradicar, completamente, qualquer rebento de sabedoria. Isto não quer dizer, passar a acreditar em tudo, pelo contrário, o mais saudável é o ceticismo e, em vez de repetir disparates, cada um, deve investigar o assunto por conta própria, algo que não faz parte da vontade do 1% que quer, através de todos os meios, até na educação das futuras gerações, criar uma mentalidade de rebanho, cada vez mais dependente, vale tudo para nos desabituar a pensar “Fora Da Caixa”.
Em certas universidades, a nível global, quem tente ensinar ou questionar o status quo já começa a sentir as novas tendências, quem não seguir essa mentalidade de rebanho, pode perder subsídios de investigação ou ser dispensado.
Neste momento andam, apenas, a acabar de fortalecer, consolidar e cimentar “as paredes da caixa” e, vos garanto que sei quem vai ficar aprisionado dentro dela. Aliás, o pior ainda está para vir.
Além de ignorância, pior é juntar-lhe uma pitada de ingenuidade. Imaginem o sonho de um político…Um lugar como o do J.M.B, A.G ou V.C 
Comecem por tentar voltar à idade dos porquês. Ora vejamos, dizem-nos para consumir para melhorar a economia. Se comprarmos produtos que não são feitos em Portugal, quem é que estaremos a ajudar? A economia nacional? Os desempregados portugueses?
Se calhar, estão a ajudar a enterrar-se e, no final, quem ganhará com isso?
Perguntarão, então para que servem os políticos, não estão lá para escolherem o melhor, para nós e para o País?
Temos que por ordem na casa. Não fui eu que escrevi isso (cristof) ; mas também o unico problema que vejo é que o escriba, que não sei quem foi, se zangue, com razão, de eu andar a copy e past sem fazer menção,o que peço desculpa ao autor. Noto que desatou a veia poetica dos meus colegas trolls, pois escreveram cinco vezes mais que o próprio post, uma forma criativa de desenvolver as artes narrativas.
Não percebo, Cristof. Não foi você que escreveu este comentário? sto-isto-antes-que-chegue-a-bola-8523656?t hread=66035080#t66035080
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/po
Tenho que pedir desculpa ao autor, a si e aos leitores do delitodeopinião mas peço que seja tido em conta que a preguiça de refazer o texto, foi pela ideia que seria lido por poucos companheiros trolls, daí não me dar ao trabalho de ou mencionar o autor ou refazer texto que subscrevo a 1oo%
Aquilo que o Cristof não diz é que somos accionistas escravos enquanto os outros livres pois é isso o privados podem saltar fora daquilo com que não concordam.
O Estado Socialista não aceita a diferença.