«Se são cem nomes, que sejam divulgados com carácter de urgência.
Porra.
Estamos fartos de ser sugados.
Enganados.
Sem mais um euro para pagar a crise e das muitas faustosas festas cor-de-rosa, de gente que sorri forçadamente e que vive só disso.
São uns sortudos da vida.
Não sabem o que é viver com o salário mínimo e com esses míseros euros terem de pagar as contas mensais de água, electricidade, gás (tv cabo para alguns), a assinatura do telemóvel e agora o IMI), não esquecendo a educação dos filhos, a alimentação básica da casa, entre outros,
No capítulo da Cultura, o povo do salário mínimo assim não pode aceder a uma oferta cultural estrutural, que está sempre ao serviço das elites. Usar uma peça de roupa da Primark é logo um rótulo de pobreza, por contraponto a um Armani ou um Gucci, por exemplo.
O corporativismo ainda reina a seu bel-prazer no Portugal do século XXI.»
Do nosso leitor Fernando Torres. A propósito deste postal do Rui Rocha.

Edita ne brevibus pereat mihi charta libellis
Marcial
Caro Pedro Correia,
Mais uma vez o meu muito obrigado pela escolha do um comentário meu, como “O comentário da semana”.
Bem-haja!
Destaque merecido, Fernando. Um abraço.