«Para quem nasceu já depois de acontecida a Revolução, sinto que aos poucos, poucochinhos, estamos a perder a liberdade que me dizem ter sido tão aclamada nesses tempos. E, como é óbvio, duvido das verdadeiras conquistas desse dia, pois não tenho “termo de comparação” a não ser a atualidade.
Quando questiono quem me rodeia sobre as suas opiniões relativas a estas e outras novas censuras, ouço que naquele tempo antigo era pior. Ou então percebo que alguns apenas defendem as antigas liberdades pelas quais se lutou na Revolução e não entendem que o mundo mudou e que existem tantas outras correntes que amarram a nossa nova necessidade de liberdades ao ponto de ser necessária uma nova revolução (figurada ou não).
A bandeira dessa luta tem de ser redesenhada, reinventada. Os princípios fundamentais têm de emergir e abarcar a nova realidade.
Neste caso em concreto, em vez de limitarem/censurarem a cobertura por parte dos media, censurem as campanhas dos partidos políticos, para que se abandonem as campanhas circenses e se faça política “à séria”, pois a política é uma ciência e não um acto de palhaçada.
A política existe para e pelos cidadãos e não para e pelos partidos.»
Do nosso leitor Jhonny M. A propósito deste texto do Sérgio de Almeida Correia.

A política existe para políticos e burocracia terem poder e carreira ao dizerem que podem obrigar uns cidadãos a dar coisas a outros cidadãos.
A política destroí uma sociedade corroendo-a por dentro ao dar a possibilidade de alguém tirar ao vizinho por votar em X.
A sociedade política em vez de falar do que inventa, cria, constroí fala do dinheiro dos outros e de quem deve direito a ele.
A política destroí a criação.
Moral da história (para o homem, ou mulher, que consegue pensar mais rapidamente do que o seu cérebro processa o pensamento: o lucklucky, quem haveria de ser).
Cartilha luckluckyana em 10 pontos:
1 – Não discutamos política
2 – Não discutamos opções nem propostas políticas
3 – Não discutamos a organização política da sociedade
4 – Oremos convictamente
5 – Olhemos para o céu
6 – Aguardemos que os nossos redentores hão-de dele cair (do céu) aos trambolhões (como Ícaro)
7 – Em alternativa, nos dias de muito calor, para se evitar que as asas se derretam depressa demais e o trambolhão seja muito grande, os nossos redentores também poderão vir de helicóptero
8 – Tenhamos fé, com fé tudo se resolve
9 – Amemo-nos uns aos outros
10 – Abaixo a política
Muitos pontos em comum com a cartilha sampaio da póvoa
Conhece a cartilha?
Só vai ser apresentada hoje à 19h30.
É espião clássico ou hacker?
Portanto, concluo que a minha cartilha nada tem a ver com a sua cartilha (baseada no achismo, apenas, que é o desporto favorito de muitos portugueses).
Fico mais tranquilo.
Só é pena que não tenha mais nada a dizer do que isso.
Enfim, é a qualidade dos «argumentos» disponíveis para o debate publico.
P. S. Não será o lucklucky travestido de Ricochete?
Eu apresento-me sempre como M. S. (abreviado por pura poupança de tempo, ou Manuel Silva, dois dos meus nomes verdadeiros, que aparecem por extenso quando os próprios blogues os escrevem a partir do endereço electrónico), não gosto de me esconder sob «nick names».
Manuel Silva há dezenas opu mesmo centenas de milhares, não passa de uma idiotíssima pretensão dizer que deixa de ser anónimo. E não o mando a certa parte por delicadeza.
E que culpa tenho eu de ter estes 2 nomes, é capaz de me dizer?
Quer combinar um encontro para se certificar com o meu Cartão do Cidadão?
E qual é a contrapartida se vir esses 2 nomes lá escritos?
E também a contrapartida de ter esboçado um insulto gratuito, embora camuflado sob a capa da delicadeza para não o fazer?
Eu por acaso ofendi-o?
@M.S. sem Violência não existe Política.
Não parece ter a noção de como o Séc.XX foi um século do excesso político por excelência com as centenas de milhões de mortos que a política provocou.
Portugal é também um caso de prova de excesso de política e destruição lenta da sua sociedade.
Foi a política que nos endividou. 130% de dívida deve-se ao poder excessivo da política.
Este excessivo poder no passado permitiu as nacionalizações destruindo as relações livres de milhares de pessoas no PREC , para não falar na destruição de empregos, impediu a liberdade de opinião na Ditadura. Tem o Poder Totalitário sobre a educação de milhões.
O Português quando tem um problema clama por mais Política.
O que traduzindo quer dizer: Oprimir outro Português.
Pois a Política no estágio excessivo onde está é tirar a X para dar a Y.
Por isso as energias do país são quase todos gastos na política, não na criação, não na Invenção. É mais fácil conseguir algo pela política devido ao seu excessivo poder.
Veja os jornais e jornalistas, os sucessores da Igreja e seus padres, e que existem para sobrevalorizar a Política, na verdade a religião do Séc XX e parece que será também a do XXI.
Discutem quem deve oprimir quem. Quem deve usar a violência do Estado para obrigar alguém a fazer -na maior parte dos casos: a pagar – aquilo que querem.
A voluntariedade e objecção de consciência, que é uma organização muito mais moral da sociedade é completamente rejeitada.
Todo o cidadão é político, melhor ou pior é-o, partidário, só o é quem quer. Nenhum governante, pode ser bom, se não for um bom político. Pode ser bom técnico, mas se for mau político nada feito. A política não destrói nada, quem destrói é o homem que não sabe política e como tal não a aplica.
Um dos episódios mais engraçados dos últimos tempos foi ver os directores de “informação do Regime”, digo das televisões, afirmarem despudoramente a sua libertinagem informativa, mascarando este assunto como “uma tentativa de censura”.
Assim, o ambiente proporcionou-se a um jornalista rasgar o projecto-lei à frente das câmaras. Um enorme folclore que a SIC decorava até com carimbos de censura do Estado Novo… é sempre fácil inverter as situações e colocar os pides a passarem por soldados de abril.
Sobre a imparcialidade televisiva na cobertura política, ao longo destas últimas décadas, não há qualquer dúvida.
Os donos das televisões, através dos seus directores amestrados, decidiram censurar e manipular conforme bem entenderam toda a informação disponibilizada, e são efectivamente os principais responsáveis do estado-a-que-isto-chegou, a todos os níveis.
Houve e há partidos sobre os quais foi e é proibido fazer uma peça jornalística ao longo destas décadas. Critério jornalístico, é claro… Isso continua e continuará, a bem do regime do arco do poder, do qual o PCP é o máximo baluarte do disfarce.
Sobre censura e manipulação informativa, não há qualquer dúvida de que os directores das TVs ficaram mestres desse assunto, e podem bem mais uma vez encenar o fandango de virgens ofendidas, quando sempre se comportaram como putas desavergonhadas. Silenciam ou sobrevalorizam os incidentes que bem entendem, e fazem dessa manobra jornalística o poder que controla o poder.
Limitar a devassa das putas?
Nem pensar… o Regime vive disso.
Patético até para ti da Maia. Então queres o sistema a vigiar os jornais?
É claro que os jornais censuram, tudo o que for a favor da Esquerda passa . O Fidel Castro é um “Líder”, o Pinochet é um Ditador. Uma manif de 10 “activistas” contra o capitalismo é notícia, uma manif de 1000 contra o aborto é censurada, os Israelitas morrem não se sabe por quem, mas os Palestinianos já são mortos pelos Israelitas, os emigrantes da Austeridade são notícia, os emigrantes do Estado Socialista dos altos impostos não são. Guantanamo é notícia ou não dependendo da cor do presidente. etc etc…
Eu que penso os jornais portugueses um nojo político digo: Deixem nos estar livres a censurarem o que quiserem. É a Liberdade.
Ó Luckyzinho, estavas com saudades minhas e queres namoro?
Como és masoquista, eu sei que gostas de apanhar, mas cada vez tenho menos pachorra para aturar as tuas provocações de criança.
Quem é que disse que é preciso o sistema vigiar os telejornais? Bastava que cumprissem a lei e conforme está previsto dessem, pelo menos em altura eleitoral, o mesmo espaço a todas as candidaturas.
Nunca cumpriram a lei, estão-se a borrifar para isso, se têm multas são insignificantes, e fazem o que querem. Simplesmente não se armem depois em “democratas” e “anti-censura”, quando são os primeiros censores e manipuladores.
És tão tonto que não percebes que a lei é o mesmo? Limitação da Liberdade.
Queres o Avante a dar o mesmo espaço ao MRPP ou ao PNR?
Qualquer lei é uma limitação da liberdade.
Não perceber isso é ser profundamente burro.
Cada vez dou mais valor àquela “”CURA” de 48 anos, (menos 6 do marcelismo).
Se hoje, os portugueses, ainda temos alguma, muito pouca aliás, capacidade de avaliar o que é uma liberdade falsa ou verdadeira, devemos àquela “CURA” que aguentámos.
De facto, após estes 41 anos, talvez seja preciso “redesenhar”, pois tudo hoje é muito mais complicado, a liberdade está muito mais vigiada, televigiada, do que em 1926.
Jhonny
A exclusividade da escolha e do escrutinio só deve e só pode estar em cada um de nós. Por favor vejam o perigo que é aceitar que uma “entidade” seja ela quem for decida o que devemos ou podemos ver e ouvir.
Tenham lá os vossos ódios de estimação mas por favor não brinquem com a pólvora, quando derem por ela já não acordaram.