«Eu entendi este texto como um conselho aos patetas para não perderem tempo a ler patetices. Porque ser pateta nada tem de mal, mas ninguém deixará de ser pateta por chamar aos outros patetas, apenas deambulará numa peripatetice pegada.
Os balanços químicos do cérebro dizem tanto sobre o funcionamento do pensamento como a salinidade diz sobre as espécies de peixes que existem nessa água. Sabe que demasiado sal mata todos, e ausência de sal mata alguns, pelo que convém ter salinidades normalizadas. Resume-se a isso.
O que o ADN condiciona sobre o pensamento é sabido desde o momento em que se separaram gémeos… ou seja, sabe-se que o ADN humano permite desenvolver pensamento humano, e pouco mais que isso, tirando alguns tiques e outras disposições semelhantes nos gémeos, que nada têm de racionalidade.
Outro aspecto assinalável do texto é a crítica implícita ao “self-made man”, postura muito comum nos tempos correntes. Porque, o self-made man é homem auto-gerado, como um deus, não nasceu de coisíssima nenhuma, fez-se a si mesmo do nada, contra tudo e contra todos.
E isso é tão pateta, que nem lembra aos mais patetas, mas lembra a muitos que recusam ser patetas. Felizmente, esse não é o caso do Pateta.»
Do nosso leitor daMaia. A propósito deste texto da Teresa Ribeiro.

Obrigado pela menção, mas muito pouco de substantivo acrescentei à reflexão da Teresa.
O resto foi uma mera patetice, partilhada com quem, sem deslumbre, assinou Pateta.