«Antes de começar a leccionar AEC’s de Inglês numa escola primária (este ano), eu pertencia ao grupo daqueles que se insurgem contra estrangeirismos como o dia das bruxas.
A verdade é que não imaginava até que ponto esta comemoração já está presente no imaginário das nossas crianças, pelo que fui surpreendida pelo entusiasmo com que a abraçam.
E rendi-me.
Rendi-me ao modo como a morte é, muito naturalmente, exposta aos olhos dos miúdos – quase celebrada – encarada e assimilada. Sem pudores, sem medos, sem tabus.
E quando numa turma de 25 alunos vestidos de esqueletos um aluno me perguntou, cheio de entusiasmo, como se dizia morte em inglês, eu não pude deixar de pronunciar a morte com um sorriso.
Death.
As simple as that.
E concordo com o título deste texto – a morte é, definitivamente, para se ver. Ninguém cresce sem verdade.»
Da nossa leitora Susana A. A propósito deste texto da Teresa Ribeiro.

Excelente comentário da Susana A., ao fabuloso texto da Tersa. 🙂