«Li muito interessada o seu texto desde o princípio até ao fim. Vale bem a pena porque é o primeiro que leio sobre praxes, que nos mostra os praxistas pelos olhos dos caloiros e de facto, sem nunca ter sido praxada ou vivido sequer de perto cenas dessas, é mais ou menos isto que penso dessa malta. E sim, os meus filhos que são anti-praxe, é isso que dizem deles — a maior parte são feios, “grunhos” e parvos (pois se não fossem, não “curtiam”cenas parvas, claro está). Mas… eu andei no ISCTE há 30 anos, lembro-me do António José Seguro ser da Associação de Estudantes e nunca, mas nunca lá vi praxe nenhuma nesses anos. Coisa que aliás me deixa triste, quando vejo a estupidez que por lá agora se passa. Tirando alguma imprecisão no tempo, é um texto muito aproximado ao que um jovem comum pensa daquela meia dúzia de totós que aproveita este período para enfim, dar asas a algumas estranhas “fantasias”…»
Da nossa leitora Fátima Neto. A propósito deste texto do António Manuel Venda.

O Seguro fartava-se de estudar no ISCTE, tanto que nunca concluiu lá a licenciatura.