“Ontem estive a reler o livro da “Ma cher Céleste” sobre Proust (que fez anteontem anos que morreu) e nunca deixo de ficar um bocado em baixo quando sou obrigado a verificar que a criada de Proust se exprime com mais elegância, inteligência e profundidade do que um intelectual português daqueles mais reputados (já no outro dia, na TV5, numa mesa redonda de padeiros, havia mais savoir-faire e erudição do que é possível encontrar em cinco anos de mesas-redondas da televisão portuguesa).
Por isso, a vitória de Cristiano Ronaldo, que não vi em directo, e o seu magnífico e consequente “Eu estou aqui” — que português pode dizer o mesmo e esperar que o mundo entenda e respeite? — não deixou de me dar algum ânimo.”
Do nosso leitor VSC. A propósito deste texto da Patrícia Reis.


Também me dá muito ânimo saber que Katia Aveiro vai ser cabeça de cartaz do maior festival do Mundo (palavras dela).