O comentário da semana


Pedro Correia,

«”Empresa que vendeu golas antifumo inflamáveis é de marido de autarca do PS. A Foxtrot – Aventura, Unipessoal Lda, assim se chama a empresa que vendeu as golas da polémica, só foi constituída a 18 de Dezembro de 2017 e, segundo os registos comerciais, opera no sector do ‘turismo de natureza’.”
É esta democracia que nos dizem que temos de defender, através da oportunidade eleitoral? Da esquerda à direita é tudo igual. Necessitamos de uma República Nova, que esta finou-se. Dobrem-se por ela os sinos e estendam-se tapetes cerimoniais até aos patíbulos do sacrificio. Forjemos com sangue um novo pacto. Pelo Renascimento de Portugal. Portugal há-de viver.»

 

Do nosso leitor Vorph Valknut. A propósito deste texto do João Campos.

11 comentários em “O comentário da semana”

  1. Abster-se de votar é crime de lesa pátria, é o que nos dizem. Porém votar nos “rotativos” é levá-la à completa ruína.

    Confiar nas promessas de uma regeneração politica e nacional, de quem até hoje só tem dado provas de incompetência e maus instintos, é patentear uma estupidez que deveria envergonhar todo o português.

    A Politica é um penico cheio.

    Os espíritos mais puros inquietam-se, perturbam-se, não sabem como orientar-se, perante tamanha rapina, e repetem angustiadamente a pergunta de Pilatos ao próprio Cristo: «O que é a verdade?”
    Como é que aqui chegamos?

    Lembremos Bordalo, quando se referia ao Rotativismo monárquico. Também este, o rotativismo democrático, não é mais que uma fralda cheia.

    Dizem-nos que a adesão de Portugal à CEE, foi grande feito, mas, hoje, percebo-a muito mais como de grande efeito. Através dela, os politicos nacionais, impossibilitaram, para desafortunada Nação, a ameaça de um reviralho militar, dando segurança à pirataria desses videirinhos, que das cátedras gritam, tonitruantes, com a tenção de esconderem os seus tamanhos, como Anões aos ombros de Gigantes. Terminarei, afirmando, que a democracia não é o regime adequado a Portugal. Antes outra coisa, qualquer, definida, do que este regime dessarranjado, visguento, que faz do Parlamento artimanha do roubo.

    Obrigado pelo destaque, DO, e Pedro.

      1. Pois, olhe que com aquelas cartas eu nem costumo ler esse comentador. Vejo o nome e a(s) cara(s) e desligo logo.

    1. “a democracia não é o regime adequado a Portugal”

      Eu proponho um concílio de druidas — e sair da CPLP. Aliás, foram os retornas que (e ainda por cima nunca gostaram disto) açambarcaram tudo com o seu familialismo ultramarino e o hoje dou-te eu e amanhã dás-me tu. Quando por fim se fundiram com os Maçons, chapéu.

          1. Pá, a psicosibilina trato eu por tu. A Agustina Bessa-Luís até tem um livro com esse título.

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