– Não, ó Carlos. Deixa estar. Eu pago o jantar.
– Ó pá, Zézito, nem pensar. Eu pago.
– Não, pá, eu pago.
– Não, Zézito, a sério, pago eu.
– Eu insisto, Carlos. Não me vais fazer agora a desfeita de não aceitar.
– Mas não há necessidade, Zézito. Eu pago, pá.
– Não, ó Carlos. Já pagaste as férias. O jantar é comigo.
– Pronto, Zézito. Se insistes… paga lá tu.
– Emprestas-me dinheiro?

Mereces que te paguem o almoço. :))
CSS, o novo modelo da Vuitton.
Que mais e por quanto tempo mais, para definitivamente concluir que, com partidos, não há democracia possível, por estas bandas?!
João de Brito
Como é que se pode ser tão primariamente insuportável. Ei-lo, o Zezito.
Muito boa!
Ah seu maroto, o jantar já estava incluído no programa de férias,um preço de amigo para amigo.