Bons tempos esses em que os portugueses eram vistos como hábeis comerciantes das mais diversas mercadorias. Todas muito úteis. O Senhor Oliveira da Figueira dos nossos tempos é o Ministro Teixeira dos Santos. O único produto que tem para vender é dívida e os seus clientes de eleição são chineses. Nas conversações, o nosso caixeiro-viajante irá certamente apresentar felicitações ao homólogo chinês pela atribuição do Prémio Nobel a Liu Xiaobo. A propósito, alguém me pode dizer em que exacto momento a dívida soberana passa a subordinada?
O caixeiro-viajante da dívida
Rui Rocha,


A relação deste (des)Governo com alguns regimes anti-democráticos (por exemplo: China, Líbia e Venezuela) tem servido, não só, para a negociata, mas também, e pior, para aprender práticas desses regimes… Por isso, sugiro que numa dessas viagens fiquem por lá, pois devem sentir-se “em casa”.
Eles em casa e nós aliviados, não é Gonçalo?
Rui, de preferência, uma “casa” bem longe…
Eh, eh, eh… assim para lá da 5ª lua de Saturno.
Vou tentar averiguar por aqui e depois digo qualquer coisa.
No que se refere a Liu Xiaobo posso já esclarecer que o nosso caixeiro-viajente, quando confrontado com o nome respondeu – “mim não sabêle falale chinês”.
É serviço público que todos agradeceremos, Pedro.
Tomara a Teixeira dos Santos chegar aos calcanhares do Oliveira da Figueira que era um portugues “à maneira”. Basta olharmos pró Tim-Tim!
Tem toda a razão meu caro. Pelo track record que conhecemos, desconfio que vai ser o Teixeira dos Santos que vai trazer um par de skis e uma gaiola.