O Bloco Central de interesses.


Luís Menezes Leitão,

Esta votação demonstra já o que se perspectiva para o próximo governo. Efectivamente, apeado António José Seguro, o PS de António Costa está inteiramente vocacionado para um governo de bloco central, juntamente com o PSD, apostado em satisfazer os interesses do costume, especialmente os dos políticos. Os funcionários públicos perderam até 10% dos seus salários e tanto Passos Coelho como António Costa só os prometem devolver nas calendas gregas. Mas entretanto repõem aos seus amigos uma imoral subvenção vitalícia, obtida ao fim de 12 anos de “trabalho” no parlamento. São estes privilégios dos políticos que os sacrifícios dos cidadãos pagam. Tenham vergonha.

4 comentários em “O Bloco Central de interesses.”

  1. Isto não pode ficar assim . Os trabalhadores não estão disponíveis para continuar a dar para esse peditório . É ridículo ver a filha do Adriano Moreira ( tão defensora das causas fracturantes ) a defender esta medida. É necessário que sejam confrontados com a desproporção desta reposição . Quem paga impostos está farto destes inúteis, destas sansessugas que nos chupam até ao tutano. Não esperava que o Passos Coelho promovesse uma medida deste género … resta-nos o CDS ….

  2. Ter vergonha é pouco! O copo já transborda, mas não o suficiente para haver uma inundação. Porque cada vez mais letárgico e a pouca energia canalizada para a sobrevivência diária, o Povo vai sofrendo e aguentando esta gentinha medíocre, oportunista, sádica, gananciosa, sequiosa de poder! Estão a tornar-nos zombies, e nós, como que anestesiados, com alguma conversa de circunstancia, vamos deixando as coisas acontecerem, enquanto a erva daninha se multiplica e cresce num terreno a ficar, já há muito, irremediavelmente estéril.

  3. Tem toda a razão: mesmo não passando a ideia, foi uma vergonha aquilo que os deputados do PS e do PSD fizeram.
    Também me custa a entender como é que o PS delega na Isabel Moreira a defesa da posição que erradamente tomaram. Com gente desta o PS não vai longe…

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