Depois de ler isto que a nossa Ana Vidal trouxe ao DO, não resisto: o suposto doente foi observado e a doença confirmada, o atestado médico foi passado na hora com toda a consciência e profissionalismo? O suposto doente saiu e foi tomar a medicação ou foi tomar um avião? E foi viajar ou foi pescar robalos?
Exijo saber os detalhes, porque ando há longos anos a ouvir falar da pouca-vergonha que são certos atestados médicos. Quanto à pouca-vergonha do protagonista, essa trata-se de outra maneira e com outra receita, que não na farmácia.

Tudo aqui é doentio, João: o doente, a médica e todos nós, que aturamos isto.
Tens toda a razão. Para começar, o doentinho precisava que lhe dessem mais cor no rosto, que o coitadinho anda mesmo a pedi-las.
Se calhar nem a consulta pagou.
Nem teria que chegasse: um atestado exigido e obtido na hora não tem preço.
Não esquecer que Armando Vara é maçom do Grande Oriente Lusitano, esse grupo de homens iluminados que nos deu o fim da escravatura, o liberalismo, a republica e tantas outras coisas que, segundo eles, a história de Portugal se confunde com a sua. Talvez tenham razão. Talvez devamos a esta elite de fancaria formada por gente como Vara o facto de sermos o país mais pobre da Europa.
V. fala num nome que não consta do meu texto. Mas sempre lhe digo que, se são iluminados, também devem ser míopes: a ser verdade, o homem bateu à porta errada e ninguém lhe barrou a entrada?
Ah! E quanto ao Vara: Fuck him, too!
Quem? Não conheço…
Não conhece, João? Parece impossível!!
Então, é um famoso, ministeriável (ou melhor, ministeriado), competente, experiente, letrado, … self meid (em Inglês técnico) man!
Que desatento…
Aqui entre nós, Adão, muito em surdina: eu digo sempre que não conheço esse coiso para manter o meu prestígio…
Ah! bom… Fale-me p’raí!
Abraço e… continuaremos a “ver-nos” por aqui.
Vou p’ra dentro que amanhã, daqui a pouco, é dia de trabalho (assim como assim, a ver se alguém faz alguma coisa de jeito).
Boa semana.
Boa semana para si também.
Abraço.