Os filhos sabem sempre qual dos irmãos é o favorito, os pais sabem sempre qual o filho mais dedicado, os animais sabem sempre qual dos donos é o mais protector, os casais sabem sempre qual dos dois é o mais amado.
O amor sabe-se sempre
Teresa Ribeiro,

Nem mais.

Sabe-se sempre, mas nem sempre se sabe bem. Quando o filtro são as emoções, os riscos de más interpretações aumentam muito. Há tantos equívocos no amor… 🙂
Concordo com a Ana. Na verdade o amor nunca é inteiramente recíproco, mas são também tão diversas as formas de que ele se revesta e os modos como se manifesta, que muitas vezes (quase todas) é impossível saber o que é mais e menos…
Ana e Isabel, o que me parece é que esses equívocos, quando existem, não derivam do íntimo conhecimento das coisas, mas de efabulações. O pior cego é aquele que não quer ver…
Mas quem ama não é, por definição, pelo menos um bocadinho cego? 😉
Claro, daí os equívocos. Mas tenho para mim que no íntimo, sabemos sempre, tergiversamos é muito.
não concordo.
o amor nem sempre é uma questão de sapiência.
por vezes só em situações limites é que se consegue medir o amor…
Ora bem. E há ainda quem demasiado tarde tenha a consciência que ama.
Ou será que em situações limite é que temos consciência de algo que no íntimo já sabíamos?
Depois de terem concluido a explicação tintim por tintim do que é o amor, expliquem s.f.f. o que é a amizade.
Não é fogo, não arde mas vê-se. Está bem assim?
Hum… vou meditar sobre o assunto!! 😉
Alguém quer vir comigo para o Guincho? 🙂 Está fantástico! 🙂
Bom Domingo para todos!
Aninhas, vais para a Adraga? 😉
Quem és tu, romeiro BD??
Sabe-se sempre.
Também tenho essa convicção, Cristina. Nos exemplos que dei incluí crianças e animais nao por acaso. Foi para sublinhar que esse conhecimento é instintivo.