0 comentários em “Nunca regresses a uma frase infeliz”
Grotesco. Falta de pudor, grosseria delirante ou descoordenação motora e cerebral é o que já não conseguem distinguir. A plateia assiste como num palácio romano ao desfilar dos bobos da caserna. É tal o destempero ou o ridículo da autoflagelação que perante a risada geral mais não fazem do que se chicotear a eles próprios na confusão de não se saber quem é o César da era Costa que comanda a entorna dos garrafões enquanto ergue o polegar salpicado pelo próprio sangue. Que grande babadeira .
Fosga-se não vi o programa do costa com o Ricardo Araújo Pereira, alguns amigos meus comentaram como vergonhoso foi o costa pois só sabia falar do passos num programa de humor. Tentei ver hoje na tvi24, na imprensa online e etc., tiver de ir ao youtube para ver. Ao contrário dos meus amigos vi um programa de humor onde o costa foi ridiculamente exposto em todas as perguntas do Ricardo.
O humor não tem lugar na cabeça de Costa. “Isso é tudo muito bonito” revelou um caso de desespero a atingir as raias da demência sem retorno. Insisto em descarregar a minha ira para aliviar o persistente martelar do malho na minha cabeça.
Miseravelmente perdido um candidato a 1º ministro que vai a um programa de paródia com a intenção estudada de fazer um comício de redenção a sério. Cobardemente.
Sorte a de Ricardo Araújo Pereira ao sair-lhe na rifa um Costa que a falar a sério nos fez rir.
Se imaginarmos que o aparelho dos partidos está cheio destes imbecis perfeitamente olvidáveis, percebemos por que razão o País (enquanto estiver refém dos partidos e do Estado e não tiver uma sociedade civil arrojada que não dependa das benesses que vêem dos partidos e do funcionalismo público) há-de ser sempre medíocre, injusto e deprimente.
Grotesco. Falta de pudor, grosseria delirante ou descoordenação motora e cerebral é o que já não conseguem distinguir. A plateia assiste como num palácio romano ao desfilar dos bobos da caserna. É tal o destempero ou o ridículo da autoflagelação que perante a risada geral mais não fazem do que se chicotear a eles próprios na confusão de não se saber quem é o César da era Costa que comanda a entorna dos garrafões enquanto ergue o polegar salpicado pelo próprio sangue. Que grande babadeira .
Nem mais.
Fosga-se não vi o programa do costa com o Ricardo Araújo Pereira, alguns amigos meus comentaram como vergonhoso foi o costa pois só sabia falar do passos num programa de humor.
Tentei ver hoje na tvi24, na imprensa online e etc., tiver de ir ao youtube para ver.
Ao contrário dos meus amigos vi um programa de humor onde o costa foi ridiculamente exposto em todas as perguntas do Ricardo.
O humor não tem lugar na cabeça de Costa. “Isso é tudo muito bonito” revelou um caso de desespero a atingir as raias da demência sem retorno. Insisto em descarregar a minha ira para aliviar o persistente martelar do malho na minha cabeça.
Miseravelmente perdido um candidato a 1º ministro que vai a um programa de paródia com a intenção estudada de fazer um comício de redenção a sério. Cobardemente.
Sorte a de Ricardo Araújo Pereira ao sair-lhe na rifa um Costa que a falar a sério nos fez rir.
Diria que o Costa tem uma certa queda. E as sondagens confirmam.
Foi engraçado, foi.
É por esta e muitas outras que quem estiver indeciso entre votar PaF ou PS deve na minha modesta opinião deve votar PaF.
Mantenho-me indeciso. Não sei se o efeito Costa será suficiente para me fazer sair de casa para votar PàF.
A PaF nem merecia o meu voto, mas o PS merece que eu vote PaF.
os xuxas são todos estalinistas
este até lhe herdou o bigode
Isto de ser lacaio do Ricardo Salgado durante vários anos tem as suas consequências.
Once a funcionariozinho estúpido always a funcionariozinho estúpido.
Um peluche do Salgado.
Se imaginarmos que o aparelho dos partidos está cheio destes imbecis perfeitamente olvidáveis, percebemos por que razão o País (enquanto estiver refém dos partidos e do Estado e não tiver uma sociedade civil arrojada que não dependa das benesses que vêem dos partidos e do funcionalismo público) há-de ser sempre medíocre, injusto e deprimente.
Lapidar.