” somos educados mais para nos tornarmos bons trabalhadores do que “pensadores ou criativos ou pensadores criativos”. Os estudantes possuidores de mentes e corpos inquietos – longe de serem aplaudidos pela sua energia e curiosidade – são ignorados e até estigmatizados, com terríveis consequências.”
A nossa escola mata a cratividade, claro. E outras coisas. A capacidade de pensar de questionar, de abrir horizontes, de agitar consciências. Programas extensos, muita gente afogada em papéis, em burocracias, em cumprimentos de metas estatísticas. Borrifo-me para isso, para as percentagens, porque entre cumprir à risca uma planificação e alargar um horizonte e entreabrir uma porta, preferirei sempre os segundos. É por isso que nunca terei excelente.
sem dúvida que quando aborda isto ..
” somos educados mais para nos tornarmos bons trabalhadores do que “pensadores ou criativos ou pensadores criativos”.
Os estudantes possuidores de mentes e corpos inquietos – longe de serem aplaudidos pela sua energia e curiosidade – são ignorados e até estigmatizados, com terríveis consequências.”
tenho de lhe dar razão.
A nossa escola mata a cratividade, claro. E outras coisas. A capacidade de pensar de questionar, de abrir horizontes, de agitar consciências. Programas extensos, muita gente afogada em papéis, em burocracias, em cumprimentos de metas estatísticas. Borrifo-me para isso, para as percentagens, porque entre cumprir à risca uma planificação e alargar um horizonte e entreabrir uma porta, preferirei sempre os segundos. É por isso que nunca terei excelente.