Os homens só se determinam e animam quando sabem o porquê e para quê dos sacrifícios que lhes pedem.
( Assembleia da República 1976 )
Pois é. E a predisposição para a lucidez e para a consciência dos riscos era bem mais forte nessa altura.
Agora, novos-ricos da democracia, esquecemo-nos do quanto custou a ganhar e do quão fácil será perdê-la.
Só conseguimos ver o imediato.


Pois é, mas como o Dr. Francisco Pinto Balsemão nunca mais apareceu ninguém.
Que saudades desse tempo em que havia futuro.
É evidente que queria escrever Francisco Sá Carneiro.
Fico sinceramente alarmado com o meu lapsus.
Eu percebi, sc. Deixe lá, foi isso mesmo: um lapso
Se havia, mas foi por muito pouco tempo… Entretanto, começou o descalabro ‘regabofeiro’. E aconteceu o 4 de Dezembro de 1980, que, a não ter existido, teria evitado muita dessa piolheira.
Sacrifícios? acaso temos direito a que nos endividemos a cada ano para toda a vida?
Não será o contrário, lucky?
O que é o contrário para si?
Continuamos a aumentar a dívida.
Sacrifícios só quando começarmos a reduzir a dívida.
Ai é que estaremos a reduzir o consumo abaixo do que produzimos.
Logo só aí se pode falar em sacrifícios.