Ai sou? Ainda bem que me diz. Sabe qual é a diferença entre nós os dois, a mais gritante? É que eu tenho um nome e uma cara se procurar por aí. O mesmo não se pode dizer de alguém que se esconde atrás de duas letras. Só não vê o que este (des)governo está a fazer quem não quer. Os dados estão lançados e gritam-nos bem alto. Se a minha indignação o faz pensar que sou seja o que for além de uma cidadã indignada com o governo do seu país, temos pena e lamento desiludi-lo, mas não. Falo por mim. Sempre.
Leonor, tu és a “colaboradora dedicada” mas ele é que passa aqui os dias, atrás de duas letra, a fazer o serviço ao Governo… Ao que disseste, Leonor, acrescentaria uma coisa, tu és uma cidadã indignada, ele é um assessor de um Gabinete Ministerial pago a peso de ouro com o dinheiro de todos nós. É a diferença.
Bem me pareceu que ia zangar-se… tanto que lhe pedi! Ou, será que enfiou a carapuça?
Quanto aos nomes: Eu também já tive “raiva” de quem usa o anonimato, até cheguei a transcrever um excelente artigo de Ramalho Ortigão sobre o tema… Mas, alguem me explicou (com razão) na internet não resulta, eu posso dar o nome de , por exemplo, António de Oliveira Azeite… sou um cidadão vulguar… um sem abrigo… O nome complecto adianta nada, deve ser só anunciado por inteiro em pessoas de alto gabarito: – como José Socratres, Teixeira do Santos e noutro nivel V. Vexcia… como refere.
Portanto: Eu dizer-lhe que me chamo Artur Manuel Mendes / am… não adianta nada… agora , reconheço que se V.Ex se assinasse unicamente de LB, seria um sacrilégio… Já agora, aconsellhe ai alguns seus companheiros de o Delito para não usarem siglas… olhe que os há!
A conversa já vai longa e eu não me devo esticar muito… porque, dialogar consigo deve ser para si um sacrificio do caraças! Só pelo nome! Irra… onde eu fui amarrar o meu bote!
PS (não o do Tide) para qualquer efeito judicial ou outro a D. Leonor Barros, sabe que o meu e-mail aparece aí na rposta.
Por acaso deparei-me com isto hoje, e com a onda de comentários orwellianos, e dei por mim a pensar:
Ou a malta anda mesmo a precisar de (re)ler o Nineteen Eighty-Four (que, de resto, é (re)leitura sempre recomendada), ou então o spin/as relações públicas já entrou no domínio da distopia.
Longe do newspeak, o que eu vi nestes documentos foi um chorrilho de eufemismos tão óbvios que se tornam quase embaraçosos – muito longe do tenebroso newspeak de Orwell. Este (des)Governo nem para o spin tem jeito, é uma tristeza.
Vivem de eufemismos pensando que conseguem enganar os portugueses. Os últimos dias têm sido pródigos e ainda há pouco Crato diz que nunca tinha dito que havia professores a mais, mas que o sistema não vai precisar de tantos. Os que estão a mais não serão os que o sistema não vai precisar?
D. Leonor
Não se zangue comigo….por favor:
Mas tá-me parecendo que também é colaboradora dedicada da nova “Loja TIDE -PS —
A tal que lava mais branco!
Vai uma apostinha?
Ai sou? Ainda bem que me diz.
Sabe qual é a diferença entre nós os dois, a mais gritante? É que eu tenho um nome e uma cara se procurar por aí. O mesmo não se pode dizer de alguém que se esconde atrás de duas letras.
Só não vê o que este (des)governo está a fazer quem não quer. Os dados estão lançados e gritam-nos bem alto. Se a minha indignação o faz pensar que sou seja o que for além de uma cidadã indignada com o governo do seu país, temos pena e lamento desiludi-lo, mas não. Falo por mim. Sempre.
Leonor, tu és a “colaboradora dedicada” mas ele é que passa aqui os dias, atrás de duas letra, a fazer o serviço ao Governo…
Ao que disseste, Leonor, acrescentaria uma coisa, tu és uma cidadã indignada, ele é um assessor de um Gabinete Ministerial pago a peso de ouro com o dinheiro de todos nós. É a diferença.
E andamos nós a pagar isto.
Bem me pareceu que ia zangar-se… tanto que lhe pedi! Ou, será que enfiou a carapuça?
Quanto aos nomes: Eu também já tive “raiva” de quem usa o anonimato, até cheguei a transcrever um excelente artigo de Ramalho Ortigão sobre o tema… Mas, alguem me explicou (com razão) na internet não resulta, eu posso dar o nome de , por exemplo, António de Oliveira Azeite… sou um cidadão vulguar… um sem abrigo… O nome complecto adianta nada, deve ser só anunciado por inteiro em pessoas de alto gabarito: – como José Socratres, Teixeira do Santos e noutro nivel V. Vexcia… como refere.
Portanto: Eu dizer-lhe que me chamo Artur Manuel Mendes / am… não adianta nada… agora , reconheço que se V.Ex se assinasse unicamente de LB, seria um sacrilégio… Já agora, aconsellhe ai alguns seus companheiros de o Delito para não usarem siglas… olhe que os há!
A conversa já vai longa e eu não me devo esticar muito… porque, dialogar consigo deve ser para si um sacrificio do caraças! Só pelo nome! Irra… onde eu fui amarrar o meu bote!
PS (não o do Tide) para qualquer efeito judicial ou outro a D. Leonor Barros, sabe que o meu e-mail aparece aí na rposta.
Estou linda de carapuça. Dá-me jeito para o fato de Pai Natal.
Para a próxima chama-lhe nadsat, d’A Laranja Mecânica. Ganha todo um novo sentido a jusante… 😛
Mecânica? As laranjas estão todas podres, André. Este país está irrespirável.
Senhora D. Leonor
A si não respondo da mesma forma que ao seu colega André Couto.
Só desejo que seja muito feliz e que tenha o maior sucesso na vida particular e profissional. Fazendo juz ao seu bom e reconhecido nome.
Respeitosamente
Artur Mnauel Mendes
BI- 800543 / o4/02/27 – Coimbra
NIF 141 6545 765
Eles devem achar que se falarem com mais cuidado,o povo acata melhor a austeridade.
É substimar a nossa inteligencia~.
Exactamente. E que chamando as coisas por outros nomes nos conseguem convencer.
Por acaso deparei-me com isto hoje, e com a onda de comentários orwellianos, e dei por mim a pensar:
Ou a malta anda mesmo a precisar de (re)ler o Nineteen Eighty-Four (que, de resto, é (re)leitura sempre recomendada), ou então o spin/as relações públicas já entrou no domínio da distopia.
Longe do newspeak, o que eu vi nestes documentos foi um chorrilho de eufemismos tão óbvios que se tornam quase embaraçosos – muito longe do tenebroso newspeak de Orwell. Este (des)Governo nem para o spin tem jeito, é uma tristeza.
Vivem de eufemismos pensando que conseguem enganar os portugueses. Os últimos dias têm sido pródigos e ainda há pouco Crato diz que nunca tinha dito que havia professores a mais, mas que o sistema não vai precisar de tantos. Os que estão a mais não serão os que o sistema não vai precisar?