13 comentários em “Novilíngua”

  1. D. Leonor

    Não se zangue comigo….por favor:

    Mas tá-me parecendo que também é colaboradora dedicada da nova “Loja TIDE -PS —

    A tal que lava mais branco!
    Vai uma apostinha?

    1. Ai sou? Ainda bem que me diz.
      Sabe qual é a diferença entre nós os dois, a mais gritante? É que eu tenho um nome e uma cara se procurar por aí. O mesmo não se pode dizer de alguém que se esconde atrás de duas letras.
      Só não vê o que este (des)governo está a fazer quem não quer. Os dados estão lançados e gritam-nos bem alto. Se a minha indignação o faz pensar que sou seja o que for além de uma cidadã indignada com o governo do seu país, temos pena e lamento desiludi-lo, mas não. Falo por mim. Sempre.

      1. Leonor, tu és a “colaboradora dedicada” mas ele é que passa aqui os dias, atrás de duas letra, a fazer o serviço ao Governo…
        Ao que disseste, Leonor, acrescentaria uma coisa, tu és uma cidadã indignada, ele é um assessor de um Gabinete Ministerial pago a peso de ouro com o dinheiro de todos nós. É a diferença.

  2. Bem me pareceu que ia zangar-se… tanto que lhe pedi! Ou, será que enfiou a carapuça?

    Quanto aos nomes: Eu também já tive “raiva” de quem usa o anonimato, até cheguei a transcrever um excelente artigo de Ramalho Ortigão sobre o tema… Mas, alguem me explicou (com razão) na internet não resulta, eu posso dar o nome de , por exemplo, António de Oliveira Azeite… sou um cidadão vulguar… um sem abrigo… O nome complecto adianta nada, deve ser só anunciado por inteiro em pessoas de alto gabarito: – como José Socratres, Teixeira do Santos e noutro nivel V. Vexcia… como refere.

    Portanto: Eu dizer-lhe que me chamo Artur Manuel Mendes / am… não adianta nada… agora , reconheço que se V.Ex se assinasse unicamente de LB, seria um sacrilégio… Já agora, aconsellhe ai alguns seus companheiros de o Delito para não usarem siglas… olhe que os há!

    A conversa já vai longa e eu não me devo esticar muito… porque, dialogar consigo deve ser para si um sacrificio do caraças! Só pelo nome! Irra… onde eu fui amarrar o meu bote!

    PS (não o do Tide) para qualquer efeito judicial ou outro a D. Leonor Barros, sabe que o meu e-mail aparece aí na rposta.

      1. Senhora D. Leonor

        A si não respondo da mesma forma que ao seu colega André Couto.

        Só desejo que seja muito feliz e que tenha o maior sucesso na vida particular e profissional. Fazendo juz ao seu bom e reconhecido nome.

        Respeitosamente

        Artur Mnauel Mendes

        BI- 800543 / o4/02/27 – Coimbra
        NIF 141 6545 765

  3. Eles devem achar que se falarem com mais cuidado,o povo acata melhor a austeridade.
    É substimar a nossa inteligencia~.

  4. Por acaso deparei-me com isto hoje, e com a onda de comentários orwellianos, e dei por mim a pensar:

    Ou a malta anda mesmo a precisar de (re)ler o Nineteen Eighty-Four (que, de resto, é (re)leitura sempre recomendada), ou então o spin/as relações públicas já entrou no domínio da distopia.

    Longe do newspeak, o que eu vi nestes documentos foi um chorrilho de eufemismos tão óbvios que se tornam quase embaraçosos – muito longe do tenebroso newspeak de Orwell. Este (des)Governo nem para o spin tem jeito, é uma tristeza.

    1. Vivem de eufemismos pensando que conseguem enganar os portugueses. Os últimos dias têm sido pródigos e ainda há pouco Crato diz que nunca tinha dito que havia professores a mais, mas que o sistema não vai precisar de tantos. Os que estão a mais não serão os que o sistema não vai precisar?

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *