8 comentários em “Notícias do ‘estado social’ (48)”
Penso que um bilião são mil milhões; espero não estar enganada. O “desvio colossal” é de dois mil milhões. Só falta descobrir os restantes mil milhões! Devem estar em algumas PPP. E ainda temos o BPN sem solução… esperemos que não se torne, ele também, numa PPP.
Mil milhões, de facto. Aliás, um pouco menos. A notícia refere que “no total, de Janeiro até esta semana os ajustes directos somaram 965 milhões de euros”. Mesmo assim, é excessivo. Como aquilo que se infere de outros títulos do mesmo trabalho jornalístico (ignoro se está em linha): «Advogados contratados por ajuste directo sem discutir preço»; «Contratos milionários entregues em mão – Parque Escolar ajusta mil contratos por 100 milhões»; «Sede da PJ entregue por 86 milhões de euros»; «ANA Aeroportos assinou 34 contratos por 9 milhões». Sobrando o dinheiro dos contribuintes para isto e o mais que falta saber, terá naturalmente de faltar para acorrer a muitas necessidades sociais concretas dos portugueses.
Correcção: um bilião é um milhão de milhões em português. Em inglês, o termo “billion” refere-se a mil milhões. Este erro é infelizmente frequente nos jornais portugueses.
Bom dia Pedro. Então as medidas do novo governo não merecem, igualmente, posts nesta série? Ou as deste governo são necessárias (mesmo que preventivas), ao contrário das anteriores? Penso, desde logo, no imposto extraordinário ou na redução das indeminzações pelo despedimento… Abraço.
Tudo poderá ser alvo nesta série, que é colectiva, Ricardo. Qualquer membro do DELITO pode aqui dar o seu contributo, como aliás tem sucedido. O caso da escandalosa proliferação de ‘ajustes directos’ no estado, nomeadamente em benefício dos maiores escritórios de advogados, parece-me suficientemente relevante para figurar aqui. Espero que o Tribunal de Contas investigue esta questão a fundo. Um abraço.
“A Oeste nada de novo”. Nem a Este, a Norte ou a Sul. A comunicação social em geral e os blogues vão fazendo o seu papel mas os Sidadãos deste país (sim SIDAdãos) estão de há muito abúlicos porque contaminados pela proliferação de casos quejandos irresolúveis e pela inexistência de uma prevenção, fiscalização e sancionamento eficazes. O Tribunal de Contas bem vai pregando no deserto…
Palpita-me que este é um “bilião” de dois mil milhões. Não posso jurar, mas não seria a primeira vez. Nem a última. São só três zeros de diferença, não é?
Penso que um bilião são mil milhões; espero não estar enganada.
O “desvio colossal” é de dois mil milhões.
Só falta descobrir os restantes mil milhões!
Devem estar em algumas PPP.
E ainda temos o BPN sem solução… esperemos que não se torne, ele também, numa PPP.
Mil milhões, de facto. Aliás, um pouco menos. A notícia refere que “no total, de Janeiro até esta semana os ajustes directos somaram 965 milhões de euros”. Mesmo assim, é excessivo. Como aquilo que se infere de outros títulos do mesmo trabalho jornalístico (ignoro se está em linha): «Advogados contratados por ajuste directo sem discutir preço»; «Contratos milionários entregues em mão – Parque Escolar ajusta mil contratos por 100 milhões»; «Sede da PJ entregue por 86 milhões de euros»; «ANA Aeroportos assinou 34 contratos por 9 milhões».
Sobrando o dinheiro dos contribuintes para isto e o mais que falta saber, terá naturalmente de faltar para acorrer a muitas necessidades sociais concretas dos portugueses.
Correcção: um bilião é um milhão de milhões em português. Em inglês, o termo “billion” refere-se a mil milhões. Este erro é infelizmente frequente nos jornais portugueses.
Bom dia Pedro. Então as medidas do novo governo não merecem, igualmente, posts nesta série? Ou as deste governo são necessárias (mesmo que preventivas), ao contrário das anteriores? Penso, desde logo, no imposto extraordinário ou na redução das indeminzações pelo despedimento…
Abraço.
Tudo poderá ser alvo nesta série, que é colectiva, Ricardo. Qualquer membro do DELITO pode aqui dar o seu contributo, como aliás tem sucedido. O caso da escandalosa proliferação de ‘ajustes directos’ no estado, nomeadamente em benefício dos maiores escritórios de advogados, parece-me suficientemente relevante para figurar aqui. Espero que o Tribunal de Contas investigue esta questão a fundo.
Um abraço.
“A Oeste nada de novo”.
Nem a Este, a Norte ou a Sul.
A comunicação social em geral e os blogues vão fazendo o seu papel mas os Sidadãos deste país (sim SIDAdãos) estão de há muito abúlicos porque contaminados pela proliferação de casos quejandos irresolúveis e pela inexistência de uma prevenção, fiscalização e sancionamento eficazes.
O Tribunal de Contas bem vai pregando no deserto…
Faço uma apreciação positiva do desempenho do Tribunal de Contas. Infelizmente, não chega para todas as ‘encomendas’.
Palpita-me que este é um “bilião” de dois mil milhões. Não posso jurar, mas não seria a primeira vez. Nem a última. São só três zeros de diferença, não é?