8 comentários em “Notícias do “estado social” (37)”
É o “estado social” dos PS a funcionar. Enquanto retira os abonos às familias, que em muitos casos lhes permitem aliviar um pouco os efeitos dos parcos recursos familiares, o governo mantem intactos os tachos dos muitos milhares de boys espalhados pela máquina do estado. O unico que deixou o lugar foi aquele amigo do sec de estado Paulo Campos que dizia que era doutor, mas afinal não é! andava distraído, coitado, e limitou-se a seguir o exemplo do chefe dele.
E qual é a alternativa Pedro? Até Passos Coelho já admitiu que se deveria ir mais longe. Mais longe onde? Cortar ainda mais, na Saúde, na Educação, privatizando estes sectores? Também fui afectado por este corte nos abonos de família e discordo da medida, pois é das poucas que acaba por produzir o efeito contrário ao pretendido (ao não apoiar a constituição de família, temos menos nascimentos e menos cidadãos activos, o que levanta problemas de sustentabilidade da Seg. Social, por exemplo). Mas qual é a alternativa a estes cortes? Abraço.
E temos mesmo de esperar até lá, quando já ninguém quer saber de campanhas para nada? E os debates no Parlamento? E as entrevistas? E os debates nas tv’s? Servem para quê? Para trocar galhardetes? Enfim… Abraço.
Falta pouco para começar a campanha, Ricardo. Os partidos não tardarão a divulgar os seus programas. Em democracia, nenhuma ocasião é tão privilegiada como esta para debater os projectos políticos. Por mim, tal como fiz em 2009, cá estarei para comentar e confrontar os programas eleitorais. Só espero que a discrepância entre as promessas e a realidade não seja tão flagrante desta vez como foi nessa altura. Abraço.
É o “estado social” dos PS a funcionar. Enquanto retira os abonos às familias, que em muitos casos lhes permitem aliviar um pouco os efeitos dos parcos recursos familiares, o governo mantem intactos os tachos dos muitos milhares de boys espalhados pela máquina do estado. O unico que deixou o lugar foi aquele amigo do sec de estado Paulo Campos que dizia que era doutor, mas afinal não é! andava distraído, coitado, e limitou-se a seguir o exemplo do chefe dele.
Coitado. O que vale é que irá pagar menos IVA quando der umas tacadas de golfe.
Do estado quê?
1º de Abril, Blonde.
E qual é a alternativa Pedro? Até Passos Coelho já admitiu que se deveria ir mais longe. Mais longe onde? Cortar ainda mais, na Saúde, na Educação, privatizando estes sectores?
Também fui afectado por este corte nos abonos de família e discordo da medida, pois é das poucas que acaba por produzir o efeito contrário ao pretendido (ao não apoiar a constituição de família, temos menos nascimentos e menos cidadãos activos, o que levanta problemas de sustentabilidade da Seg. Social, por exemplo). Mas qual é a alternativa a estes cortes?
Abraço.
Precisamente para sabermos que alternativas existem é que haverá em breve uma campanha eleitoral, Ricardo.
Abraço.
E temos mesmo de esperar até lá, quando já ninguém quer saber de campanhas para nada? E os debates no Parlamento? E as entrevistas? E os debates nas tv’s? Servem para quê? Para trocar galhardetes?
Enfim… Abraço.
Falta pouco para começar a campanha, Ricardo. Os partidos não tardarão a divulgar os seus programas. Em democracia, nenhuma ocasião é tão privilegiada como esta para debater os projectos políticos. Por mim, tal como fiz em 2009, cá estarei para comentar e confrontar os programas eleitorais. Só espero que a discrepância entre as promessas e a realidade não seja tão flagrante desta vez como foi nessa altura.
Abraço.