Fiquei chocada quando li esta notícia. Perguntei-me se não é também um reflexo deste pessimismo, que no limite acaba por arrastar alguns para comportamentos próximos da paranóia. Mas depois passei do choque à náusea quando descobri as infinitas oportunidades que o mercado tem para oferecer, sobretudo em tempos de crise.
Notícias da manhã
Teresa Ribeiro,

Medonho, não, Teresa?
Céus! Tem toda a razão, Teresa!
Cristina e Ana: Isto – refiro-me à notícia da mãe dos oito gémeos – é a perversão levada ao paroxismo! Mete nojo!
Também eu, Teresa! Também escrevi um post sobre isso lá no Rochedo. depois de pedirem a abertuta das escolas durante 12 horas diárias, agora isto…
Bem visto, lembrar a propósito esse pedido de prolongamento do horário escolar!
Acho um horror! Tenho dois filhos adolescentes (13 e 17) com tudo o que estas idades implicam, nunca me passaria uma coisa destas pela cabeça. Aliás, os telemóveis, as caixas de email de todos nos são sagradas lá em casa e não tem que haver códigos de acesso.
As pessoas educam-se na liberdade e na confiança.
Maresia: “Maior liberdade, maior responsabilidade”, uma máxima que aprendi com o meu pai e que me parece uma excelente regra a estabelecer na relação com os filhos
.. ou a liberade retira-se quando se provar que afinal não foi merecida.
Teresa, vivemos tempos complicados em relação a princípios e a valores. As amas assumem a forma quadrada de computadores onde tudo é permitido porque é virtual e as compensações passam por mais um brinquedo ou outro artefacto qualquer.
Quanto à segunda parte da notícia que nos dá lamento que se explore a necessidade alheia dessa forma. Mas contra isso não se levantam as vozinhas conscientes do nosso universo.
Um bom fim-de-semana, ainda que tenha “ficado de estomago revolto”
:)*
O facto de ter dado à luz aquele número extraordinário de crianças pelos vistos aumentou exponencialmente o seu potencial erótico aos olhos da indústria porno! Enfim, um nojo!
Bom fim-de-semana, Once 🙂
Revoltante e assustador, Teresa. Tempos estranhos, estes em que vivemos…