Nos 200 anos de Chopin (II)


Pedro Correia,

6 comentários em “Nos 200 anos de Chopin (II)”

  1. .. ficámos mais ricos com tanto contributo que deixou 🙂
    _
    Não tem nada a ver mas ontem ouvi a nossa OML Pedro e digo-te .. sai da sala de espectáculos siderada com um solo de clarinete 🙂 ainda e sempre faz-se bem a maioria do se faz em Portugal

  2. Um compositor sempre agradável de ouvir. Uma vida de dificuldades, sempre enfrentadas de frente e produzindo boa música. Não podemos esquecer que durante a sua vida a Polónia não era país independente, só recuperando a independência depois da Primeira Guerra Mundial, já depois da morte do compositor em Paris onde viveu desde os vinte anos.
    Talvez as dificuldades tenham aguçado o seu talento, como aconteceu com muita gente célebre, de que é exemplo a sua conterrânea Madame Curie.

    Abraço
    João (http://domirante.blogspot.com/)

    1. Liszt era outro virtuoso do piano – não só como compositor mas também como intérprete. Compôs temas que praticamente só ele conseguia interpretar, por serem de execução muito difícil. Entre os compositores românticos, mais tarde muito desacreditados, Chopin e Liszt, foram excepções à regra, mantendo o prestígio intacto: todos os modernistas do século XX lhes prestaram a devida homenagem.

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