A questão não é se o PSD deve ou não viabilizar o orçamento. A questão é se o PSD ainda tem algum instinto de auto-preservação. Se o tiver, viabiliza o orçamento. Se não o viabilizar, merece morrer como partido.
No problemo, Baby.
vidabreve,
A questão não é se o PSD deve ou não viabilizar o orçamento. A questão é se o PSD ainda tem algum instinto de auto-preservação. Se o tiver, viabiliza o orçamento. Se não o viabilizar, merece morrer como partido.
Eu logo vi que o PSD é que deve acabar.
Importa deixar todo o caminho livre ao amado líder e seus lacões de estimação.
É preciso topete, como dizia o outro.
É para o lado que durmo melhor.
Espero bem que seja um sono duradouro.
E que você me acompanhe enquanto ele durar.
se nao viabilizar merece morrer como partido?
então e o PS?
Já devia ter morrido ha bastante tempo pela porcaria que fez durante estes 10 anos….
mas a culpa nao pode ser imputado ao PS.
Então e o CDS? e não fazem acordo com a Esquerda porque?
nao sao esses partidos da familia politica do PS?
Hein?
Tenho cada vez mais dificuldades com as caixas de comentários deste blog.
“Vida breve”, “Vida breve”,”Vida breve”, é o que recomendo
hehe. Tenho dois amores: os autores deste blog e os leitores do outro.
Essa é mesmo sua ou veio do ainda nosso Primeiro?
Porque é mesmo gira.
Mas vocês são todos atrasados mentais? Ninguém atacou o Sócrates ao longos destes cinco anos como eu, enquanto vocês andavam a dizer que ele era como um gajo giro e determinado. Leiam os meus posts antigos e aprendam a ler os actuais. Cada vez me irrita mais o tom imbecil dos comentários no Delito de Opinião. Se não fossem os colegas de blogue, com quem me sinto bem, mandava-vos à bardamerda.
Depois disto, ó meu, só te resta a porta de saída.
É favor!
Podes esperar sentadinho, Sá Pinto.
Repito o que já te disse e cortaste: vai-te f****!
Este fica publicado, para todos verem o nível que os nosso comentadores mais imbecis alcançam quando estão a “argumentar”.
Ó Pinto de Sá, é pena eu não ter encontrado antes o seu comentário e, por isso, a decisão ficou com o Luís M. Jorge. Mas V. não perderá pela demora se tiver o trabalho de escrever mais uma graçola do género: nem dará para para o rever.
A MACarvalho é uma pessoa decente, nada tem de imbecil, muito menos de atrasada mental e está nos antípodas de Sócrates há mais tempo do que todos nós somados, Luís. Não sabias, é claro, mas é por isso mesmo que vim aqui dizer-to.
Então peço desculpa ao MACarvalho, confundi-o com o outro tipo que aqui pôs o último comentário, e julguei que tinha mudado de assinatura.
No entanto, uma nota: o MACarvalho devia aprender a ler-me melhor. Este post não é, e nunca foi, uma defesa do PS. Como é que alguém o pode interpretar desse modo é um mistério para mim.
Certo, Luís. Sei responder-te no lugar da (dA) MACarvalho: está contra tudo o que possa ser favorável ao PS e a Sócrates, ainda que de modo aligeirado e distante, tendo em vista a fraquíssima capacidade de leitura e interpretação de tanta gente hoje em dia.
Mas fica tudo explicado, Luís.
Ok, é “da” e não “do”. Não volto atrás para corrigir a resposta que lhe dei. João, não acho o post aligeirado e distante. Talvez seja elíptico e distante, mas está lá tudo o que eu queria dizer.
Tu julgas normal que uma declaração como a que fiz gerasse as respostas que gerou? Eu não: considero um abuso que os autores do Delito de Opinião sejam alvo da agressividade e dos excessos de sensibilidade dos comentadores.
Para mim, como autor, reagir a quente e cometer injustiças pontuais (possivelmente reformulando-as depois) é melhor do que ficar agachado perante alguma da canalha que nos visita. E não estou, naturalmente, a incluir a comentadora perante quem já me retractei.
Nós não temos de ser perfeitos. Nem sequer temos de ser educados enquanto, lá fora, os trolls afiam as facas.
Não sejamos tão exigentes connosco e tão tolerantes com os que nos lêem, João. Eles não são meninos, e nós não estamos aqui para dar aulas à instrução primária.
É uma senhora, Luís, sob todos os aspectos. E reage sempre com reserva e há muito tempo se lhe cheirar a alguma vantagem para Sócrates, mesmo se for um texto aligeirado e distante. Apenas isso, que nada tem de parecido com os comentadores a que muito bem te referes. Podes acreditar.
Ando a lê-lo há muito, Luis M. Jorge, apesar de nem sequer o imaginar ou do meu tom imbecil.
Mas, é simples: pegue nas suas três linhas e lei-as isoladas de qualquer contexto.
Tão simples quanto o que refere mais abaixo: eu só respeito quem me trata bem, aliás, muito bem. Ninguém me paga para mais …
Confesso que não é muito fácil lê-lo melhor, talvez não tenha a sua capacidade intelectual, mas, yes sir, abstenho-me de o comentar, porque eu, respeito toda a gente à partida e não alimento discussões no mesmo tom.
Caro MACarvalho,
As minhas três linhas descontextualizadas não exigem um esforço intenso de interpretação, por muito que você insista no assunto. Quanto ao tom já lhe pedi desculpas, porque tenho a consciência de que você levou por tabela: recebi vários comentários malcriados que tive de apagar antes de ler o seu e reagi a quente. Mas, se não as quiser aceitar, está no seu direito.
Cara. É uma senhora.
Lê o meu comentário acima.
Com certeza que aceito as suas desculpas. nem ficaria de bem comigo mesmo se as não aceitasse.
Não apreciei muito o seu tom irado, mesmo agora, mas terá as suas razões, naturalmente.
Sei que para si, seria indiferente, mas lembre-se que há pessoas de bem e não só facas à nossa espera.
Ainda bem. Quanto ao tom irado, talvez eu seja um smart ass — só isso.
Postagem mal explicadita ! Nem todos os que lêem este blogue são formados, tal como nem todos os que lêem este blogue são mal educados. Se em vez de andar e responder a comentários com ” bacoradas ” ( parece que é assim que se diz ), tentasse explicar o que quis dizer, porque não é assim tão obvio, faria melhor figura. Sem falsos moralismos…..” respeita se queres ser respeitado ” (esta é dos manuais e normalmente em casa paterna costuma ser ouvida muitas vezes , é uma questão de principio, mas há quem não os tenha )
Pois olhe: eu só respeito quem me trata bem. Aliás, muito bem. Ninguém me paga para mais, e quem define as minhas obrigações na blogosfera sou eu.
Alguns comentadores estão habituados a dar, mas não a levar? Azarinho.
Pois! Terá que passar a identificá-los e não generalizar. Se alguns comentadores estão habituados a dar e não a levar, deve tê-los bem identificados. Ninguém o está o abrigar a coisa nenhuma, apenas que, uma pessoa formada, como calculo que seja, seja educada. Mas tem toda a razão, formação nunca foi sinónimo de educação e se cada um assim pensar…..este blogue, que era o que mais ensinava e mais prazer dava aos seus leitores começa e estar mal servido e é pena. Mantenho aquilo que disse no comentário anterior, os bons principios aprendem-se em casa…..mas há pessoas que não os aproveitam. Como em todos os comentários só publica este se quizer, daí o ter dito que as ofensas possam ser filtradas.
E como quer você que eu os identifique? Qualquer palerma muda de assinatura ou de petit nom quando lhe apetece. Quer que eu faça uma lista de todos os comentadores da casa? Só se for em part-time. E deixe lá de alusões ao que lhe dava prazer mas não dá. Eu sozinho tenho quatrocentas e tal pessoas que me lêem por dia, e nem me passa pela cabeça agradar sempre a todas.
Essa sua ideia de me pôr a fazer prosa para o português dos “bons princípios” e para as “pessoas educadas” que “aprendem em casa” arrepia-me. Consigo suportar lugares-comuns na literatura, ocasionalmente até na minha, mas na vida não.
“Eu sozinho tenho quatrocentas e tal pessoas que me lêem por dia”
Ena, tantas! Nem o defunto saramago, t’ arrenego! Mas é claro que presunção e água benta…
Homem, informe-se um pouco antes de dizer asneiras.
Eu às vezes sou bronco, mas não leio no post nenhum elogio ao PS. Aliás nem é sobre o PS (como por acaso até está no post – ou seja, não está). O que o Luís quer dizer – se me é permitido fazer de demiurgo – é que a melhor estratégia para o PSD é abster-se e deixar o PS afundar-se nas contas que manifestamente não sabe fazer nem controlar. O PS fica isolado com o OE (que vai dar bota, e da grossa) e arrisca-se a ser banido durante 8 ou mais anos do poder. Se o PSD não perceber isto então são uns papalvos que ali andam e nesse sentido (o do Luís, figurado) “merecem morrer” como partido. Mas eu acho que o PSD sabe disto muito bem. Resta saber se sabe ainda mais alguma coisa (como por exemplo, sobre emendas constitucionais temporárias).
Bem, pelos vistos você não precisou de contexto.
Luís M. Jorge: com toda a simpatia, e parafraseando o João Carvalho:
– O que é que está a escapar-lhe?!
Cara Chloé: o que é que voce sabe que eu sei que você sabe que eu sei? Já estou perdido e nem sei se me apetece encontrar-me. A minha falta de paciência por vezes é redentora.
Viu? Hoje eles já fizeram as pazes e tudo… Acho que durante umas semanas sofremos todos de orçamentite aguda.
Pergunto-lhe, então, o que terá levado a direcção de Passos a escolher este caminho, em vez de seguir o que mandaria a lógica política, subscrita por uma larguissima fatia do partido: abstenção por interesse nacional deixando clara a total responsabilidade do lado do PS?
Será que conseguirá passar a mensagem de que tentou de tudo para “melhorar” o orçamento mas, mesmo não sendo possível, deixa-o passar?
Porque isso:
1. Porque se isso fosse feito cedo animaria contra ele a oposição interna.
Assim, a própria oposição lhe suplicou que viabilizasse o orçamento.
2. Porque é importante deixar claro que este é um mau orçamento. Se Passos cedesse à primeira a opinião pública não iria acreditar que ele de facto achava isso.
3. Porque o tempo é importante para que todos percebam as asneiras que o PS fez neste orçamento.
4. porque, e isso remete para a sua frase final, ele tinha que passar a noção de que tinha feito tudo ao seu alcance para melhorar o documento.