14 comentários em “No país das maravilhas”

  1. A propósito do sound bite do dia, acho que a ministra Cristas fez mais pela adopção de animais abandonados com esta disparatada proposta de lei do que cem campanhas de sensibilização.

    1. Continuar a desvalorizar a questão como disparates, isto não é disparate algum.
      É a política e o poder do regime sobre os Outros.
      O desejo de controlo os Outros. O que os Outros fazem, o que os Outros comem, o que os Outros têm.

      É o rumo dos pequenos passos direitos ao totalitarismo.

      1. Concordo consigo: é tudo isso, mas não deixa de ser também um disparate que ninguém vai levar a sério e que apetece provocar fazendo precisamente o contrário. Por isso digo que vai resultar em mais adopções de animais.

        1. A atual legislação, de 2003, já estipula um número limite de animais de companhia por apartamento: “até três cães ou quatro gatos adultos por cada fogo, não podendo no total ser excedido o número de quatro animais”. (jornal i)

          Curiosamente, ou por ser apreciador de queijo, não me recordo de haver escândalo por essa altura, mas já lá vão 10 anos…

          E depois há quem tenha animais a ladrar constantemente e, IMAGINE-SE, vizinhos!!!

          1. Basta um cão poder incomodar, não é preciso três.
            Já existem leis sobre o ruído logo não é preciso mais nada… excepto claro justificar empregos de burocratas. A proposta claro tem de ter um certo números de páginas para justificar empregos.

  2. Maravilhas é o que não falta. Então e aquela de Sócrates jurar que convidou Passos para vice PM e Passos desmentir e Sócrates reafirmar?

    Ou o Pingo Doce se recusar a vender um livrito traduzido do francês para afinal o vender?

    Ou aquele caso do PGR de Angola afinal “estar arquivado” há um mês?

    Este país é um colosso, está tudo grosso, já cantava o par Ivone/Camilo…

  3. A da coligação, lá está, o homem e a sua circunstancia.
    A dos cães é só para desviar a atenção.
    A do jornalista e C.G , nem sei que dizer. Vá lá vai, querem ver e ainda encontram algum encartado mas, no M.P.
    A da viciada no jogo, lol . Mas em relação ao imposto sobre os prémios, isso sim merecia ser alvo de um processo. Vejam lá bem, é que é o mesmo que comprar um carro e depois o estado vai lá e tira-lhe as portas, o auto radio, os tapetes…etc.
    Duvido da legalidade desse imposto.

  4. MUITO MAU SINAL QUANDO GATOS E CÃES SÃO UTILIZADOS PARA DISFARÇAR PRAGA DE PULGAS E CRESCENTE LADRAR NA GAIOLA DE UM GOVERNO. BASTA APLICAR AS LEIS DA SANIDADE E DO RUÍDO A UNS E OUTROS. OS REGULAMENTOS MUNICIPAIS E DE POLÍCIA TRATAM DOS PRIMEIROS A 4 PATAS, DOS EMPINADOS QUE SUCESSIVAMENTE NOS VÃO DES )GOVERNANDO SÓ NÓS PODEMOS TRATAR COM PLENO EXERCÍCIO DA CIDADANIA. URGENTE PUXAR OS PINTELHOS PARA O LADO E IR AO FUNDO DA QUESTÃO E RAIZ DE TODOS OS MALES. EXIGÊNCIA DE UMA NOVA LEI ELEITORAL QUE RETIRE AOS ACANTONAMENTOS PARTIDÁRIOS O EXCLUSIVO DA PARTICIPAÇÃO E REPRESENTAÇÃO POLÍTICA NOS CORREDORES DO PHODER . SE NÃO SABEM RESOLVER OS VADIOS DA RUA QUE ESTÃO SEMPRE Á VISTA, COMO CONTROLAR IDENTIFICAÇÃO E POISO AOS QUE TEM MORADA, ÚNICO SITIO ONDE É POSSÍVEL CONTAR A NINHADA?
    PEÇO DESCULPA PELAS MAIÚSCULAS MAS SAIU ASSIM POR PURA PREGUIÇA.

  5. Mais de 2 perros…
    Na Suiça
    Para protecção e sã convivência entre cachorros /pessoas, cada apartamento não pode ter mais de 3 pessoas.
    Idem : 1 gato por pessoa no máximo de 3.

    Dura Tarecum et Rex

  6. Processo contra Santa Casa

    Segundo o jornal, a mulher prostitui-se ( 10 euros X !) para matar o vicio…

    Digo eu: Pelo que cobrava…pagava as raspadinhas com uma rapidinha!

  7. Continuamos a ser um povo de brandos costumes onde (quase) nada nos surpreende.
    Aceitamos (quase) tudo de boa vontade, com grande abertura de espírito e também com um alargado sentido de humor.
    O que não é assim tão surpreendente num povo que, por necessidades várias, se acostumou e desenvolveu aquele sistema do “desenrasca e do xico espertismo”.
    Os 4 casos que refere não são um bom exemplo do que refiro?

    Cumprimentos.

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