LOL… é quase isso. Porém, os 12% contariam sobre a população restante, pelo que ao fim de 10 anos restariam p’raí uns 2 milhões 785 mil, não seria uma matança de 1 milhão 200 mil por ano. A brincar, a brincar, os malthusianos ainda lhe dirão que é muito…
Devia estar-vos a falar do além-túmulo, mas não, é de Guimarães e tenho uma mensagem: não ultrapassem dois maços por dia, excepto se acompanharem o excesso com bebidas espirituosas.
Se 12% morrem anualmente e a taxa de natalidade é o que se sabe, tudo isto sem contar com os que morrem devido ao alcoolismo, droga, sida, etc, etc, não vão ser precisos mais que meia dúzia de anos. É fazer as contas, como dizia o outro.
E, prosseguindo as contas, se morrem anualmente em todo o mundo 5 milhões de pessoas, e 12% da população de um único país com 10 milhões são 1 milhão e 200 mil pessoas, fora de Portugal só morrem 3 milhões e 800 mil pessoas, o que dá uma mortalidade infinitesimal. Nalguma coisa haviamos de estar em primeiro e sem concorrência.
Não… mas o mais espantoso é mesmo o novo monstro dos cigarros electrónicos… quem ler a “coisa” fica com a ideia que aquilo é tão mau ou pior que o tabaco! (nota: os cigarros “electrónicos” NÃO tem tabaco.)
Espantoso como, por um lado, ah e tal, não há estudos, ninguém pode afirmar com certeza que não são perigosos… por outro, os … senhores… da SPP conseguem, ex catedra, aparentemente, assegurar que “são uma das principais causas da incidência de doenças respiratórias”!!!! Fantástico! Isto tudo, claro, estamos a falar de uma coisa que não deve abranger 0,000001% da população, mas… isso interessa nada! Nada! É preciso é que o monopólio da indústria farmacêutica sobre os “métodos” de cessação não desapareça, é preciso é manter o domínio dos fundamentalistas “Anti-fumo” (nota: os cigarros electrónicos não fazem fumo, fazem vapor). O pior disto tudo, senhores e senhoras, é que o pessoal lê estas coisas, não pára para pensar um bocadinho, usar um mínimo de lógica, fica-se pelo “soundbyte”, e acredita!
Não quero poluir a caixa de comentários ou, de alguma forma, estar a fazer spam … se soubesse como enviar directamente ao Rui Rocha, enviava, mas como não sei…
“Na sequência da posição apresentada pela Sociedade Portuguesa de Pneumologia em relação à comercialização e uso do cigarro electrónico, a sociedade esclareceu este sábado a interpretação dos factos emitidos através da comunicação social, alegando não existir qualquer relação entre a incidência de doenças respiratórias e o uso do cigarro electrónico.”
Agora, quero ver quantos dos jornais que se apressaram a vomitar o press-release, se vão dar ao trabalho de publicar o desmentido… se calhar não interessa muito… a ver vamos.
Uma coisa posso testemunhar. A malta fumadora do meu tempo de rapaz já “iniciou a grande viagem”…
Bom, mas imagino que tenham tido uma longevidade extraordinária se tivermos em conta a “esperança de vida” referida no DN.
Próxima medida do governo: abolir os impostos no tabaco e colocar o equivalente de impostos em caixões.
Não, não, não. Por favor não lhes dês ideias…
Caramba!
Quais massacres quais genocídios, para matar 12% ao ano só mesmo um nicoticídio.
Se o Adolfo ou o Mao se tivessem lembrado disto…
LOL… é quase isso.
Porém, os 12% contariam sobre a população restante, pelo que ao fim de 10 anos restariam p’raí uns 2 milhões 785 mil, não seria uma matança de 1 milhão 200 mil por ano.
A brincar, a brincar, os malthusianos ainda lhe dirão que é muito…
Devia estar-vos a falar do além-túmulo, mas não, é de Guimarães e tenho uma mensagem: não ultrapassem dois maços por dia, excepto se acompanharem o excesso com bebidas espirituosas.
Se 12% morrem anualmente e a taxa de natalidade é o que se sabe, tudo isto sem contar com os que morrem devido ao alcoolismo, droga, sida, etc, etc, não vão ser precisos mais que meia dúzia de anos. É fazer as contas, como dizia o outro.
E, prosseguindo as contas, se morrem anualmente em todo o mundo 5 milhões de pessoas, e 12% da população de um único país com 10 milhões são 1 milhão e 200 mil pessoas, fora de Portugal só morrem 3 milhões e 800 mil pessoas, o que dá uma mortalidade infinitesimal. Nalguma coisa haviamos de estar em primeiro e sem concorrência.
Não… mas o mais espantoso é mesmo o novo monstro dos cigarros electrónicos… quem ler a “coisa” fica com a ideia que aquilo é tão mau ou pior que o tabaco! (nota: os cigarros “electrónicos” NÃO tem tabaco.)
Espantoso como, por um lado, ah e tal, não há estudos, ninguém pode afirmar com certeza que não são perigosos… por outro, os … senhores… da SPP conseguem, ex catedra, aparentemente, assegurar que “são uma das principais causas da incidência de doenças respiratórias”!!!!
Fantástico! Isto tudo, claro, estamos a falar de uma coisa que não deve abranger 0,000001% da população, mas… isso interessa nada! Nada! É preciso é que o monopólio da indústria farmacêutica sobre os “métodos” de cessação não desapareça, é preciso é manter o domínio dos fundamentalistas “Anti-fumo” (nota: os cigarros electrónicos não fazem fumo, fazem vapor).
O pior disto tudo, senhores e senhoras, é que o pessoal lê estas coisas, não pára para pensar um bocadinho, usar um mínimo de lógica, fica-se pelo “soundbyte”, e acredita!
Não quero poluir a caixa de comentários ou, de alguma forma, estar a fazer spam … se soubesse como enviar directamente ao Rui Rocha, enviava, mas como não sei…
“Na sequência da posição apresentada pela Sociedade Portuguesa de Pneumologia em relação à comercialização e uso do cigarro electrónico, a sociedade esclareceu este sábado a interpretação dos factos emitidos através da comunicação social, alegando não existir qualquer relação entre a incidência de doenças respiratórias e o uso do cigarro electrónico.”
Agora, quero ver quantos dos jornais que se apressaram a vomitar o press-release, se vão dar ao trabalho de publicar o desmentido… se calhar não interessa muito… a ver vamos.
http :/ diariodigital.sapo.pt /news.asp?id_news=664647