Se esta série não fosse tão escabrosa, eu recomendava-a. Mas tem o problema de estar repleta de cenas desbocadas, interditas a menores, pelo que não se pode andar por aí a gritar que é imperdível.
Havia de me ficar mal confessar que morro a rir em cada episódio.
No Limite, ou Shameless no original, na Foxlife quando lhes dá na telha.


Olá,
Há também uma versão irlandesa, passa no canal radical, acho que hoje.
Quase caso para dizer que faltando a versão portuguesa.
Shameless é optimo, mas eu não disse isto.
Achei ousada e divertida, quando vi ocasionalmente na RTP 2, o canal que fazia uma muito boa triagem de séries, antes de haver a mania de apanhar tudo pelo cabo…
Não se repara, mas estão a dar “cabo de tudo”, com essa mania.
Há grandes vantagens em fazer pessoas pagar pelo assunto de conversa, tornando moda um assunto de conversa acessível apenas a quem paga… é uma estratégia de “marketing”, bem conhecida desde a Antiguidade.
Muito bem-vinda aqui ao DELITO, Francisca. Que este seja o primeiro de muitos e excelentes textos, com a qualidade que eu bem conheço.
Obrigada, Pedro. Confesso que já andava cheia de saudades de blogar.
Conheço uma versão, creio que passada nos arredores de Manchester e que dá pelo mesmo nome. Não sei qual delas é melhor… mas seja uma seja outra é, são séries muito bem feitas. Obviamente com linguagem e cenas um tanto ousadas.
Raios, que agora não descanso enquanto não der de caras com a versão inglesa.
Bem-vinda, Francisca. Os menores já não são o que eram. O Shameless já não tem segredos 🙂
Prefiro o original, ainda assim.
Olá Leonor, obrigada pelas boas vindas.
De facto, a malta agora já nasce com a cartilha toda. Ainda me lembro de estar proibida de ver o Dallas porque lá por casa era considerado muito imoral :)))
A versão original é a inglesa e retrata famílias que vivem em Manchester! Já vai na temporada 9 e eu + uma amiga “orgulhamo-nos” de ser as duas pessoas que a seguem fielmente! Simplesmente escabrosa e hilariante…. De fazer corar as pedrinhas da calçada, mas com aquele humor cortante, british: impagável. AnaDD
“quando lhes dá na telha” é um remate acertadíssimo. Bem lembrado e bem escrito. (como sempre). beijinhos, Marisa
Apesar de não apreciar por aí além a versão original, a inglesa, que já vai na décima primeira temporada (nona na sic radical), a versão americana é simplesmente awesome e com um William H. Macy no seu melhor!!
De referir que a quarta temporada estreou ontem à noite nos EUA.
E, a título de curiosidade, de referir uma personagem que nos foi apresentada na terceira temporada, o “Nando”, um barão da droga brasileiro, excelentemente interpretado pelo “nosso” Pêpê Rapazote (é sempre curioso como se falou tanto do Diogo Morgado – merecidamente, sem dúvida – por causa da Bíblia, mas do Pêpê que integra uma série de culto, pouco se falou por cá…)!!
🙂