No Limite


tralhasdavida,

Se esta série não fosse tão escabrosa, eu recomendava-a. Mas tem o problema de estar repleta de cenas desbocadas, interditas a menores, pelo que não se pode andar por aí a gritar que é imperdível.

Havia de me ficar mal confessar que morro a rir em cada episódio.

 

 

No Limite, ou Shameless no original, na Foxlife quando lhes dá na telha.

12 comentários em “No Limite”

  1. Achei ousada e divertida, quando vi ocasionalmente na RTP 2, o canal que fazia uma muito boa triagem de séries, antes de haver a mania de apanhar tudo pelo cabo…
    Não se repara, mas estão a dar “cabo de tudo”, com essa mania.

    Há grandes vantagens em fazer pessoas pagar pelo assunto de conversa, tornando moda um assunto de conversa acessível apenas a quem paga… é uma estratégia de “marketing”, bem conhecida desde a Antiguidade.

  2. Conheço uma versão, creio que passada nos arredores de Manchester e que dá pelo mesmo nome. Não sei qual delas é melhor… mas seja uma seja outra é, são séries muito bem feitas. Obviamente com linguagem e cenas um tanto ousadas.

    1. Olá Leonor, obrigada pelas boas vindas.
      De facto, a malta agora já nasce com a cartilha toda. Ainda me lembro de estar proibida de ver o Dallas porque lá por casa era considerado muito imoral :)))

  3. A versão original é a inglesa e retrata famílias que vivem em Manchester! Já vai na temporada 9 e eu + uma amiga “orgulhamo-nos” de ser as duas pessoas que a seguem fielmente! Simplesmente escabrosa e hilariante…. De fazer corar as pedrinhas da calçada, mas com aquele humor cortante, british: impagável. AnaDD

  4. “quando lhes dá na telha” é um remate acertadíssimo. Bem lembrado e bem escrito. (como sempre). beijinhos, Marisa

  5. Apesar de não apreciar por aí além a versão original, a inglesa, que já vai na décima primeira temporada (nona na sic radical), a versão americana é simplesmente awesome e com um William H. Macy no seu melhor!!

    De referir que a quarta temporada estreou ontem à noite nos EUA.

    E, a título de curiosidade, de referir uma personagem que nos foi apresentada na terceira temporada, o “Nando”, um barão da droga brasileiro, excelentemente interpretado pelo “nosso” Pêpê Rapazote (é sempre curioso como se falou tanto do Diogo Morgado – merecidamente, sem dúvida – por causa da Bíblia, mas do Pêpê que integra uma série de culto, pouco se falou por cá…)!!

    🙂

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