O meu Pai era o melhor do mundo, embora o mundo dele fosse muito diferente do meu e ele desejasse para mim um muito diverso daquele que tive. Hoje não tenho quaisquer dúvidas que era a sua forma de me amar. Mas morreu orgulhando-se do “meu caminho”.
Devo-lhe muito daquilo que posso ter de melhor, porque embora discordássemos em muitas áreas, o essencial da minha formação teve nele o maior exemplo. Moveu-se sempre mais por valores morais do que materiais e mostrou-nos a nós, seus filhos, que esse era o “único” caminho para viver dignamente. Neste dia que também é o seu, relembro-o com muitíssima saudade. E, se me fosse dado escolher um Pai, era ele que eu escolheria!
