Já disse lá no meu Fio de prumo que sou pouco dada à institucionalização de certas datas. E foi um borburinho de comentários tal, que até se permitiram fazer considerações sobre o meu carácter.
Pois bem, junto mais esta comemoração àquelas que também dispenso. Sou e fui mãe todos os dias. Não preciso de um especial para comemorar. E fui filha os anos suficientes para ter a noção do que representou ter tido, todos os dias, uma mãe admirável.
Para todas as mulheres que não escolheram ou não puderam viver a maternidade, aqui fica uma das minhas canções preferidas enquanto mãe e mulher!

Mesmo não sendo a versão que mais gosto é extraordinária.
D. Helena como o Dia da Mãe já passou e porque é triste
envio-lhe com muito prazer uma outra .
Aznavour- La Mamma
Há uma coisa que não sou, embora esteja muito na moda: não sou amiga dos meus filhos. Sou mãe deles, com tudo o que isso implica e não quero ser outra coisa. E sinto que eles também não querem outra coisa de mim. Concorrer com os amigos deles? Era só o que faltava. Não tenho concorrência.