Os últimos dias trouxeram várias notícias que abalaram profundamente uma certa organização do mundo em que nos habituámos a viver. Vejamos alguns exemplos, sem qualquer pretensão de fazer uma enumeração exaustiva: o MacGyver está gordo como um texugo, o JR do Dallas morreu, Portugal não participará no Festival da Canção de 2013, escasseiam as informações sobre os Jogos Sem Fronteiras, Alberto João Jardim anunciou a intenção de abandonar a política activa e o burro e a vaca (ou o boi ou lá o que é) foram expulsos do presépio. Será isto um sinal de aproximação do fim do noso tempo? Devemos então admitir que estamos a ficar velhos e ultrapassados pelos acontecimentos? Tenderia a responder que sim, não fosse dar-se o caso de, contrariando todo o pessimismo, o Tony e o Manuel José terem sido considerados aptos para voltar aos relvados.
Nem tudo está perdido
Rui Rocha,

Vai ser uma jogatana e pêras!
Vamos ver se a Belle Dominique não se lesiona e o Castelo Branco não rasga o colant da Dior…
Esses não jogavam na Liga GTB?
Chama-se a isto a lei da compensação.
É o que dizem. O Estado mete-se em tudo. Agora até há uma lei das compensações.
O quê?, não vamos ao Festival?!
Detesto ter sido eu a dar-lhe a notícia, BWPHD. Mas as coisas são o que são. É preciso encarar os factos e ser forte.
Paolo Hurtado e Javier Cohene, ambos limitados devido a problemas físicos, foram convocados mas à condição, não sendo certo que defrontem os insulares.
Uma contrariedade, sim. A somar à ausência do Humberto Coelho.
À segunda feira ando sempre optimisma antecipando que mais logo me delicio a ver as sapatolas de D. Judite de Sousa, olhos nos olhos.
E com um bocado de sorte hoje a realização acerta com os gráficos.
Confesso que fiquei muito apreensiva pelo facto de Portugal não participar no Festival da Canção de 2013, mas acho que somos fortes e que sobreviveremos e quiçá despertaremos muito mais fortes para todo um futuro que se avizinha. Sem Festival com certeza. Mas, pronto, bem melhores.
Admiro o seu optimismo, Maria. Oxalá tenha razão.