É um homem sereno, tímido, afável e generoso. Tão generoso que me prefaciou um livro e depois se dispôs a fazer de propósito, com toda a naturalidade, uma viagem de 300 Km só para apresentá-lo. Bastaria isso para elogiá-lo e ficar feliz por ele. Mas é por ser o ENORME poeta que é – leio-o há anos, sempre em estado de puro deslumbramento – que o felicito pela notícia que acabo de saber: Nuno Júdice, pelo conjunto da sua obra, publicada pela Dom Quixote, acaba de ser anunciado vencedor da XXII Edição do Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-americana.
Muitos parabéns, Nuno, o prémio é merecidíssimo!


Grande poeta, um prémio merecidíssimo – e estou a saber da feliz notícia por ti. Os prémios, digam o que disserem, têm desde logo uma salutar consequência: contribuem para tornar mais conhecidos os autores e a respectiva obra. Será o caso e ainda bem.
Espero que sim, a poesia do Nuno Júdice é maravilhosa. Só uma outra vez, em 2003, o prémio tinha sido atribuído a Portugal: nesse ano foi Sophia de Mello Breyner quem o ganhou.
Também acho muito merecido e fico feliz por isso e por no-lo contarem. Por o DO não falar só de política e de futebol. Porque há outras coisas importantes. Até mesmo mais importantes.
Parabéns ao Nuno Júdice e obrigada à Ana 🙂
Isabel Mouzinho
Obrigada a si também, Isabel, por nos seguir sempre tão de perto. 🙂
Gosto do olhar sereno e da simplicidade que emana de Nuno Júdice, a quem descobri como poeta, relativamente tarde. Mas fui a tempo e fico orgulhosa do merecido Prémio que agora lhe é atribuído
🙂 Bela notícia, Ana.