
É evidente que a forma mais eficaz de derrotar a geringonça passa por uma união dos partidos de centro-direita. A mesma só pode, porém, fazer-se através de um acordo entre esses partidos, não através de movimentos inorgânicos, ainda mais patrocinados por quem promoveu cisões, o que só enfraqueceu o combate político do centro-direita à geringonça. Para além disso, remeter para o saudosismo de uma aliança partidária constituída há quarenta anos, e várias vezes replicada não é seguramente a melhor forma de apresentar algo novo aos eleitores. A designação dos Nascidos a 5 de Julho só faz lembrar o filme Nascido a 4 de Julho. Se bem me lembro o protagonista tinha um triste destino.

Excelente post. Concordo plenamente com ambos os pontos. Não faz sentido clamar “novidade” para um movimento cujo nome remete para um evento ocorrido há 40 anos. E não faz sentido ter um movimento cuja principal reivindicação é a união entre dois (de facto) partidos. A união tem que partir do interior dos partidos, não de fora deles.
Luis, parece que anda por aí um Movimento 28 de Maio, porreiro, que congrega uma Alt Right lusa
O termo “alt right” é chique. Já esgotaram o termo “fascistas”?
“Alt right” é o termo politicamente correcto para “extrema-direita”.
Vou esperar para ver se é a sério, se vinga, que mudanças traz.
a cadeira de rodas destes meninos é eléctrica e topo de gama !…só eles ideologicamente é que continuam paraplégicos…!!!
Como existe uma bibliofobia por este país, incluindo as que vêm de sectores eclesiásticos – vem a propósito de se procurar interditar em tribunais o uso pedagógico deste conjunto de livros e não só um Livro, portanto, uma biblioteca, que faz parte da raiz cultural ocidental e também de partes da Ásia e oriente médio, permito-me ir contra as Catarinas, Mortáguas, géneros e congéneros, magistrados e juristas, e até mesmo da nova classe de cientistas que revelam uma ciência sem classe -, permito-me trazer à colação uma parte da riqueza contida nesta biblioteca, designado por o Livro, para demonstrar que tal originalidade existe, mas ainda necessita ser descoberta e aplicada.
Cerca de 2000 anos antes de Cristo as civilizações daquela e outras regiões encontravam-se em estado que hoje se designaria por estado selvagem, ainda que a selva se mantenha.
A inexistência de parlamentos civis e estruturas constitucionais, e no sentido de se prover um avanço civilizacional, isto é, de se civilizar os povos, fez com que fossem elaborados códigos legais para regular a relação entre os homens (as mulheres e congéneros que não gostarem de se ver incluídos neste adjectivo, por favor, aguentem-se). Nestes regulamentos e códigos morais pode verificar-se também o respeito e o direito conferido a escravos e estrangeiros. Certamente que não se encontra ausente destes preceitos a experiência histórica dos judeus e/ou hebreus (passantes) que, por largos períodos, foram estrangeiros e em alguns casos escravos de outros e entre si. O caso de José, dito do Egipto, o 12º filho de Jacob, vendido, por mãos de seus próprios irmãos aos ismaelitas que passavam em caravana comercial, como escravo serve como exemplo; e que depois se tornou regente no citado país vindo a salvar sua família da miséria e da fome.
Obviamente não faltou que nestes códigos bastante elaborados fossem acrescentados diversos comentários e as classes dominantes se tivessem apropriado dos preceitos para não só falar de Deus como também em nome de Deus, esvaziando, tal como hoje acontece nas diversas religiões e pela mão dos denominados novos cientistas, Sua presença e o Conhecimento de Deus, confundindo o sentido do Homem, ou dos homens.
A Pessoa de Jesus, o homem Deus e o Deus homem (aguentem-se também as mulheres e os congéneros por Deus ter gerado um filho homem), veio confundir de forma muito provocadora os legisladores e também os “donos” de Deus.
Jesus, ao afirmar que não veio alterar a Lei e os Profetas, mas sim aperfeiçoá-la e confirmar os profetas (pois a Lei e os Profetas duraram até João e a partir daquele momento anunciava-se o Reino de Deus ou o Reino dos Céus, é uma citação), repescou a matriz original, rejeitando os acrescentos, classificando como núcleo essencial deste Reino, terminologia que usa como substituição à Lei, os 2 pontos relevantes; 1 encontra-se no Deuteronómio (“Amarás o Senhor teu Deus com todas as tuas forças, com toda a tua mente com toda a tua alma…”) e, por injunção, o 2º encontra-se no Levítico (“Amarás o próximo como a ti mesmo”).
Mas não ficou por aqui, avançou para as Bem-aventuranças (in Sermão da Montanha, narrado em Mateus, e Sermão da planície, registado em Lucas) fazendo como primeira bem-aventurança no acesso a este Reino “os pobres de espírito”, isto é, aqueles cujos pensamentos estão acima das coisas materiais e cujo espírito não está focado no poder e nas posses materiais.
Portanto, o ser humano tem de ser “regenerado”, um processo que não pode ser realizado por via da obediência a um conjunto interminável de leis e preceitos e tampouco pelas boas obras hipócritas que visam atrair atenções, e agora votos, mas que depende totalmente da Graça de Deus, da qual o Filho é, por meio de seu sacrifício, O símbolo e instrumento. A alma fiel não é a que obedece à Lei, mas a que, deixando transformar o espírito, acede ao Reino e concretiza-o. A unidade é o tema de Fundo, porque ao usar a expressão Pai-Nosso faz da Humanidade uma irmandade, à semelhança do Filho, isto é, filhos no Filho.
Em conclusão, a vida deve ser dedicada inteiramente a uma autotransformação cujo processo se torna mais facilitado pelo facto do Filho se ter feito homem, carne.
Será que preciso alongar-me mais sobre a originalidade, Luís?
“Cerca de 2000 anos antes de Cristo as civilizações daquela e outras regiões encontravam-se em estado que hoje se designaria por estado selvagem, ainda que a selva se mantenha.”
Ur, Uruk, Kish, Lagash – Suméria- , Jericó, Moenjodaro (India), Egipto, China, Grécia já existiam como civilizações antes do Livro.
“direito conferido a escravos”
Os povos nomádas, os povos germânicos, não conheciam a instituição cultural da escravatura. A escravatura foi uma invenção da Cidade.
Você tem necessidade de mostrar que sabe umas coisitas; e para o efeito necessita sair to texto e do contexto para escrever umas excepções, o caso dos povos germânicos, para confirmar a regra.
Sobre a escravatura, o meu caro anda muito equivocado. Aliás, anda bastante equivocado em vastas matérias.
E sim, meu caro, o Livro, para além dos aspectos sociológicos, fala-nos de uma história de amor jamais apresentada à humanidade em qualquer parte do mundo.
Portanto, os caminhos do e para o Invisível são vários, mas nenhum destes caminhos é sério e realizável se não passar por Cristo. Sim, é óbvio que a “Porta” é estreita. Para passar através dela é necessário fazer uma cura da “obesidade”. Por isto mesmo é mais fácil uma “camelo” passar pela agulha que um “rico” entrar no Reino dos Céus.
Em conclusão, meu caro Pedro, a sua riqueza é de uma enorme pobreza para esta matéria.
leia-se, em qualquer outra parte do mundo.
A esquerda, o PS, venceu as últimas eleições europeias.
O presidente da câmara de Lisboa, achou poucochinho, espetou várias facas nas costas do Dr. António José Seguro.
Concorreu às legislativas e perdeu para o PSD do Dr. Passos Coelho.
Neste mundo de “faz de conta” às vezes é bom recordar quem venceu o quê…
Só que Sá Carneiro era social-democrata, de centro-esquerda. Algo que o PSD de hoje esquece. A direita radical que não tente apropriar-se de figuras da esquerda portuguesa.