Não têm cortes salariais, mas também não têm filhos
Sérgio de Almeida Correia,
Um comentário em “Não têm cortes salariais, mas também não têm filhos”
Vi este vídeo com muita atenção. E a questão da natalidade, se vista sob um ponto de vista exclusivamente monetário, indicar-nos-á que não é por aí que devemos concentrar as atenções.
Estamos perante um paradigma social, e a ocidente, nos países ditos desenvolvimentos, assim como em muitos dos países ditos emergentes, a questão da natalidade está em cima da mesa.
Penso que o paradigma reside no facto da nossa civilização se ter concentrado na compensação de uma dívida a si mesmo. Associado a isto não menos relevante é o facto da cultua do sucesso, sem compreender a valorização do insucesso, ter decretado um falso conceito de liberdade que a todos, ou quase todos, conseguiu embalar no leito da escravidão.
Significa isto que quando o Homem atravessava uma qualquer passerelle iluminada por luzes e aplausos artificiais aquilo que estava a sedimentar era o seu próprio narcisismo, ruina e solidão. E como ninguém se basta a si mesmo aí está antureza a indicar-nos que ou mudamos de vida ou a vida nos mudará.
Vi este vídeo com muita atenção. E a questão da natalidade, se vista sob um ponto de vista exclusivamente monetário, indicar-nos-á que não é por aí que devemos concentrar as atenções.
Estamos perante um paradigma social, e a ocidente, nos países ditos desenvolvimentos, assim como em muitos dos países ditos emergentes, a questão da natalidade está em cima da mesa.
Penso que o paradigma reside no facto da nossa civilização se ter concentrado na compensação de uma dívida a si mesmo. Associado a isto não menos relevante é o facto da cultua do sucesso, sem compreender a valorização do insucesso, ter decretado um falso conceito de liberdade que a todos, ou quase todos, conseguiu embalar no leito da escravidão.
Significa isto que quando o Homem atravessava uma qualquer passerelle iluminada por luzes e aplausos artificiais aquilo que estava a sedimentar era o seu próprio narcisismo, ruina e solidão. E como ninguém se basta a si mesmo aí está antureza a indicar-nos que ou mudamos de vida ou a vida nos mudará.